Arquivo por categoria: ESPORTES

jul 28

Mané, após a Copa, segue rumo às Olimpíadas

Depois de ser importante sede do Mundial, arena de Brasília será palco olímpico em 2016

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Foto: Roberto Castro/GDF

Após receber com grande sucesso sete partidas da Copa do Mundo, a agenda do estádio Mané Garrincha agora prevê eventos variados e importantes até 2019. O local será palco das Olimpíadas de 2016 e vai receber a Universíade, terceiro maior evento esportivo do mundo.

Para o segundo semestre deste ano, estão sendo agendados shows e jogos do Brasileirão. Botafogo e Fluminense podem jogar em Brasília no dia 17 de agosto. A partida aguarda apenas a confirmação da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).

Brasil x Argentina – O secretário Extraordinário da Copa, Claudio Monteiro, comentou, durante o casamento coletivo que aconteceu no Mané no último sábado (26), o que pode vir por aí: “Em setembro, esperamos um evento especial. Um jogo internacional de futsal entre Brasil e Argentina. É a expectativa da volta do jogador Falcão à Seleção Brasileira”.

A agenda do segundo semestre segue o ritmo intenso desde a inauguração da arena, em 18 de maio de 2013. Ao todo, foram 50 eventos, que receberam cerca de 1,3 milhão de pessoas, sendo 37 partidas de futebol, quatro shows (entre eles Beyoncé e Aerosmith) e nove eventos institucionais.

Nas Olimpíadas de 2016, Brasília já foi confirmada, pelo Comitê Olímpico Internacional (COI), sede de apoio ao Rio de Janeiro, e deve receber pelo menos quatro jogos do futebol masculino e feminino.

Em 2019, a capital do país vai receber a Universíade. Realizada desde 1923, a competição é o maior evento esportivo universitário do mundo, reunindo diversas modalidades a cada dois anos, com até 12 mil atletas de 17 a 28 anos. Nas edições mais recentes, 166 países tiveram representação em várias das 17 modalidades obrigatórias.

Modelo de Gestão – O secretário Claudio Monteiro explicou que o GDF, por meio da Terracap, proprietária do estádio, está realizando estudos técnicos para definir o futuro modelo de gestão da arena.

”Não há pressa, pois não podemos errar. O estádio está mostrando seu potencial e temos de esgotar todas as possibilidades. É uma arena criada para ser versátil. Há várias possibilidades. Podemos ter um centro comercial dentro do estádio, por exemplo, um complexo de entretenimento permanente com lojas, restaurantes e até bancos. É um local privilegiado, no coração da cidade, com amplo espaço de estacionamento”, apontou o secretário.

Fonte: Agência Brasília

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jul 21

Quadradão – 2014 continua na praça do Laço

Texto: Samuel Barbosa
Fotos: Iderlon Calasancio

Na noite da última sexta-feira (18) entrou em campo mais uma vez a equipe de organizadores de um dos maiores campeonatos de Futsal do Distrito Federal – 11º Copa Brazlândia de Futsal – Quadradão 2014. São 10 dias de partidas envolvendo mais de mil atletas de todo o Distrito Federal em 100 equipes divididas nas seguintes categorias: Sub-7, 9, 11, 13, 15, 17 e 20; feminino adulto e masculino adulto principal.
O torneio é organizado pelo Governo do Distrito Federal, Administração Regional de Brazlândia e Liga de Futsal de Brazlândia – Lifusb. Este ano o evento conta com uma estrutura diferenciada como arquibancadas, fechamentos, sonorização e uma quadra de Futsal com medidas oficiais, onde no toque-toque da bola e no tic-tac do tempo, a torcida acompanha as emoções das partidas na voz vibrante de Neber Cássio, o amigão da galera que faz a alegria do público presente, através das narrações ao vivo dos jogos, contagiando todos que passam pelo local e os comentários que estão a cargo de Josias o comentarista do povão.
O Administrador de Brazlândia, Vadson Ramos, acompanhado do presidente da Federação Brasiliense de Futsal (Febrasa), Weber Magalhães e Marcos Aurélio, mais conhecido como Corelo, fez a abertura oficial e disse que se orgulha em ter um evento com o Quadradão em Brazlândia.
“É com muito orgulho, que estamos dando continuidade a este trabalho que o ex-administrador, Bolivar Rocha, com muito empenho ajudou a realizar. Como administrador de Brazlândia, o meu primeiro ato público é o de participar deste campeonato. Sabemos que o esporte faz parte do nosso dia a dia e traz alegria para a comunidade, com isso queremos fortalecer ainda mais o vinculo para que possamos continuar proporcionando um esporte de qualidade em nossa cidade e com isso contribuir para a formação de hábitos permanentes de atividades físicas, desportivas e recreativas para nossa gente”, garantiu Vadson Ramos.
Os jogos continuam até o dia 27 de julho, na Praça do Laço, no Centro de Brazlândia, participe e traga sua família. Ambiente seguro.

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jul 19

Mais 1,5 mil atletas no Quadradão 2014

O esporte em Brazlândia está em festa, na ultima sexta-feira (18) teve inicio o tradicional torneio Quadradão,

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Equipes Feminina abre a 11ª edção do Quadradão, Fotos Iderlon Calasancio

O campeonato de futsal que há vários anos vem alavancando o esporte da região foi criado por um grupo de amigos e está em sua 11ª edição, realizado todos os anos pela Administração Regional de Brazlândia, em parceria com a LIFUSB (Liga de Futsal de Brazlândia) na Praça do Laço que faz parte do complexo da Orla do Lago Espelho D’água cartão postal da cidade.

Este ano não foi diferente. Uma estrutura utilizada pelos grandes campeonatos de futsal pelo pais a fora, arquibancada em formato de arena para melhor visão e acomodação dos torcedores que vem prestigiando cada vez mais o torneio

E ainda haverá a disputa entre alunos de oito escolas de Ensino Médio da rede pública da cidade onde. Cada colégio poderá que disputar duas categorias, e os jogos serão durante o dia. Este é um torneio a parte que se encontra em sua segunda edição do denominado (Quadradão Escolar), uma parceria entre a Administração de Brazlândia e a Coordenação Regional de Ensino da Cidade.

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Weber Magalhães (Vice-presidente da CBF na Região Centro-Oeste) e Vadson Ramos (Administrador de Brazlândia)

Segundo o Administrador Regional de Brazlândia Vadson Ramos, incentivar a prática esportiva é obrigação do estado e seus dirigentes não podem ser omissos e devem dar apoio incondicional a todas as iniciativas, além de criar oportunidades promovendo eventos como este (Quadradão ) que traz a interação entre os atletas. Outro aspecto importante é a formação do indivíduo, como ser humano capaz de viver e desenvolver uma sociedade melhor.

As partidas são distribuídas entre as categorias sub 7, 9, 11, 13, 15, 17, 20, feminino adulto, veterano e masculino adulto.

Os jogos acontecerão a partir das 18h30, na Praça do Laço e no Balneário.

Terão aproximadamente 100 equipes com 15 atletas cada.

A premiação dos vencedores será com troféus e medalhas.

Por Iderlon Calasancio / Da redação

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jul 18

Começa hoje o tradicional ‘Quadradão’

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Abertura acontecerá às 20 horas na Praça do Laço.

Começa hoje o tradicional ‘Quadradão’, o maior evento esportivo de futsal do Distrito Federal que acontece todos os anos em Brazlândia. A abertura acontecerá às 20 horas na Praça do Laço. O campeonato será realizado de 18 a 27 de julho e os atletas disputarão nas categorias sub 7, 9, 11, 13, 15, 17, 20, feminino adulto, veterano e masculino adulto, que é o ápice do ‘Quadradão’.
Para mais informações contate 3479-1948 ou acesse o site quadradao.webnode.com!

Assessoria de Comunicação
Administração de Brazlândia – RA IV
Fones: (61) 3479.8030/ 3479.8047/ 9122.5308
Área Especial 04, Lote 01 – Brazlândia-DF
www.brazlandia.df.gov.br

jul 18

Exposição “arte e futebol – o sonho continua”

ARTE FINALA Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade (TBV) apresenta entre os dias 16 e 31 de julho a Exposição “Arte e Futebol – o sonho continua”, do artista plástico Toninho de Souza.

A mostra é composta de instalação de arte, grandes painéis, pinturas sobre tela com temas da fase do melantucanarismo questionando o sonho de um artista brasileiro permanecer fazendo arte em nosso país e ainda resgata a história da Copa do Mundo desde 1930 até 2014, instigando o visitante a realizar uma reflexão sobre arte e futebol.

 

A exposição estará aberta à visitação até o dia 31 de julho, sempre das 8 às 20h, na Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade, localizada no SGAS 915, Lotes 75 e 76, Brasília/DF — Tel.: (61) 3114-1070.

 Melantucanarismo é uma arte brasileira criada no século passado e se mantém explorada até hoje nas categorias de escultura, pintura, desenho, objeto, gravura, cerâmica, arte digital, instalações e mídias contemporâneas. Melantucanarismo é uma linguagem artística que busca a essência da arte.

Serviço: Exposição “Arte e Futebol – o sonho continua

Local: Galeria de Arte do Templo da Boa Vontade

Endereço: SGAS 915, lotes 75/76, Asa Sul – Brasília.

Visitação: de 16 a 31 de julho

Horário: diariamente de 8 as 20 horas

Entrada: Franca

Classificação: Livre

Informações: (61) 3114-1070

jul 17

Gilmar Rinaldi é o novo coordenador de seleções; técnico será brasileiro

Ex-goleiro da seleção brasileira é o primeiro nome confirmado nas mudanças no comando verde-amarelo depois do fracasso na Copa do Mundo

 

Gilmar Rinaldi é escolhido como coordenador de seleções da CBF (Foto: Bruno Domingos / Mowa Press)

Gilmar Rinaldi é escolhido como coordenador de seleções da CBF (Foto: Bruno Domingos / Mowa Press)

O presidente da CBF, José Maria Marin, anunciou na manhã desta quinta-feira que o ex-goleiro Gilmar Rinaldi será o coordenador de seleções da entidade – cargo antes inexistente. Ele decidirá, junto com o comando do órgão, o nome do substituto de Luiz Felipe Scolari, que não teve o contrato renovado depois do fracasso na Copa do Mundo. O novo técnico deve ser confirmado no início da próxima semana e, pelo que foi afirmado na entrevista coletiva, no Rio de Janeiro, não será estrangeiro.

– É importante que o treinador, que vai ser escolhido em conjunto com o presidente, esteja em sintonia direta conosco. Vamos viajar muito, assistir a jogos, treinamentos e interagir com treinadores. Precisamos saber o que está acontecendo. Precisamos adaptar o que está acontecendo ao nosso estilo e à nossa cultura – afirmou o novo coordenador.

Integrante do elenco tetracampeão mundial em 1994, Gilmar Rinaldi, 55 anos, já exerceu cargo diretivo no Flamengo, um dos clubes onde atuou – também passou por Inter, São Paulo e Cerezo Osaka, do Japão. Depois de aposentado, trabalhou como empresário, gerenciando a carreira de jogadores. Em sua primeira manifestação, Gilmar disse que não haverá conflito ético no novo cargo, visto que deixou de ser agente.

– Quero deixar bem claro que minha atividade de agente de futebol não existe mais – disse ele.

Segundo Gilmar Rinaldi, já existe uma ideia inicial sobre quem será o novo treinador.

– Conversamos algumas coisas e estamos em contato. Traçamos um perfil e vamos conversar com essa pessoa. O mais importante é definir o que nós queremos e o perfil desta pessoa que queremos. Temos que reconhecer que precisamos mudar. Temos amistosos em breve. Não temos tempo para pensar, é hora de trabalhar.

jose maria marin COLETIVA SELEÇÃO BRASILEIRA (Foto: André Durão)José Maria Marin espera anunciar o novo treinador até terça-feira. Será brasileiro (Foto: André Durão)

A expectativa de Marin é anunciar o novo técnico até terça-feira.

– Nós pensamos (em anunciar o novo técnico) no início da próxima semana, talvez. Depende de algumas conversas que vamos ter neste fim de semana e esperamos até terça-feira (fazer o anúncio). É muito importante que o treinador, além da sua capacidade técnica, esteja dentro do que foi exposto aqui. O Gilmar vai participar ativamente desta escolha. Esperamos, no mais tardar, estar aqui na terça-feira para apresentar o novo treinador.

Confira abaixo alguns pontos abordados por Gilmar Rinaldi em sua coletiva de apresentação:

Estrutura

– Na verdade, nós saímos de uma Copa com muitos ensinamentos e vamos usar essa estrutura. A estrutura está bem mais preparada do que nós pensávamos. É a hora de arriscar, de ousar e acreditar no trabalho. Se percebemos que esse é o caminho, nós vamos atrás disso.

Perfil do treinador

– Será que alguém que siga essa filosofia. A pessoa que vem precisa saber as dificuldades de assumir a Seleção e dos valores que serão passados aqui dentro.

Treinador estrangeiro

– Não é o momento. Vamos buscar em nossa casa alguém que conheça o nosso futebol, nossas qualidades, nossos defeitos. O tempo que nós temos nem é tão grande, e temos que definir isso logo.

Filosofia

– É uma nova forma de ver as coisas. Partindo da seleção do Gallo. Temos que avançar em algumas coisas que a comissão antiga não teve tempo de fazer. O momento é esse. Teremos a chance de fazer algo que muitos não tentaram fazer. A prioridade é a base. Vamos priorizar o coletivo, e não o individual. Nós temos sempre algo a mais, o talento individual que surge todos os anos, mas temos que privilegiar a base.

Alemanha como exemplo

– Você precisar acreditar no trabalho e no projeto que está disposto a fazer. Será um projeto diferente. Vamos aprender a cada dia. O maior exemplo que a Alemanha me deu foi no primeiro jogo. O maior ensinamento que a gente tenha além da parte tática. Eles tinham um jogador no elenco, e mesmo com o time ganhando de 4 a 0, o treinador não colocou esse jogador em campo. Eu me perguntei: “Por que ele não colocava o Klose para fazer o gol?”. O coletivo estava acima do individual. Eles tinham o objetivo, ele teria a chance de fazer o gol dele. Teremos sempre o plus do jogador brasileiro, do craque. Todos sabem que continuaremos produzindo jogadores e temos que buscar isso.

Trabalho como agente

– Já há algum tempo, e o pessoal da imprensa sabe disso, que eu havia desistido de continuar. Mantive alguns jogadores por lealdade. Esses jogadores foram comunicados ontem à noite por uma mensagem e não devem ter entendido. Tive uma passagem pela Seleção desde 1984 e até 1998, quando eu fui observador. Eu tenho que trabalhar duro, acreditar no meu trabalho e pensar no futuro.

Seleção na Copa de 2014

– No jogo da Alemanha, uma coisa que me incomodou foi o boné. A frase do boné (“Força, Neymar”). O que deveria estar escrito ali era “Força, Bernard”. Ou o nome do jogador que iria entrar. O que estava escrito poderia ser outra frase.

Fonte: Globo Esporte

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jul 14

Mundial 2014: A Copa do Mundo que privilegiou os brasilienses

1405373895O brasiliense foi, acima de tudo, um privilegiado nesta Copa. Pelos gramados do Mané Garrincha, desfilaram craques como Messi, Cristiano Ronaldo, Neymar, Robben, James Rodríguez, Touré, Kompany e Benzema. O que há de melhor no futebol mundial foi visto bem de perto das arquibancadas do reconstruído estádio da capital. E, fora dele, a contagiante energia que fez da Copa no Brasil um evento tão singular encontrou alegre expressão.

Seja nas inúmeras ruas decoradas com as cores verde e amarelo; na agitada vida noturna que, embalada pela maciça presença de turistas estrangeiros e nacionais, tomou conta da cidade; no faturamento mais alto de setores ligados ao comércio, serviços e turismo e até na felicidade dos incontáveis expedientes encerrados mais cedo. Poucas sedes da Copa puderam desfrutar dela tão intensamente quanto Brasília…

Curiosamente, um dos fatores que contribuiu para a plenitude da festa, o absoluto esvaziamento dos protestos que questionavam os elevados gastos públicos com ela, está relacionado a uma das chaves para entender o futuro da cidade. Que irá ajudar os brasilienses a descobrir se eles estão mergulhados numa grande ressaca ou se a Copa foi o começo de um salto em direção a uma maior qualidade de vida.

Obras de mobilidade que foram prometidas para o mundial, como o VLP ligando o aeroporto à Asa Sul, ainda precisam ser concluídas. E, passada a Copa, é chegada a hora de saber se o Mané Garrincha, cuja construção custou mais de R$ 1,5 bilhão, se tornará mesmo um elefante branco, como tanto denunciaram os críticos da monumental obra, ou se será um dinamizador da vida econômica e esportiva brasiliense, como tanto prometeram as autoridades.

Os próximos anos dirão, portanto, se Brasília sairá vitoriosa ou derrotada desta Copa.

Fonte: Edson Sombra / Jornal Destak

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jul 14

Após vexame na reta final da Copa, Felipão não é mais técnico da Seleção

Pressionado pelas goleadas sofridas contra Alemanha e Holanda, treinador deixa o comando do Brasil após um ano e meio no cargo e o quarto lugar no Mundial do país

Luiz Felipe Scolari não é mais técnico da seleção brasileira. A derrota vexatória para a Alemanha, por 7 a 1, nas semifinais da Copa do Mundo, e o outro revés em seguida, na disputa pelo terceiro lugar, por 3 a 0, para a Holanda, decretaram a queda do comandante. Felipão assumiu no final de 2012, meses antes da Copa das Confederações, em 2013, onde o Brasil conquistou o título em cima da Espanha, vencendo por 3 a 0 no Maracanã. Foram 29 jogos no comando da Seleção, com 19 vitórias, seis empates e quatro derrotas. Na Copa do Mundo deste ano, foram sete jogos, com duas derrotas, três vitórias e dois empates. Agora, a CBF cogita os possíveis substitutos. Tite é o favorito, mas um estrangeiro não está descartado.
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Após a derrota para a Holanda no Estádio Mané Garrincha, em Brasília, na coletiva de imprensa, Felipão entregou o cargo para a Confederação Brasileira de Futebol (CBF), como, segundo o próprio, já havia ficado acertado com a entidade. A CBF aceitou o pedido de Felipão e confirmou a demissão de Luiz Felipe Scolari, Carlos Alberto Parreira e de toda a comissão técnica que trabalhou na Copa do Mundo.
A CBF ainda não oficializa a queda do treinador, o que irá acontecer nesta segunda-feira. Assim, o Brasil parte em busca de um novo técnico para assumir o projeto que terá como ponto alto a Copa do Mundo de 2018, na Rússia, passando pela Copa América do Chile, em 2015, e das Eliminatórias Sul-Americanas para o Mundial, que o país volta a disputar após ser sede do evento.
Substituto de Mano Menezes
Felipão substituiu Mano Menezes, aposta da CBF para começar o processo de reformulação da seleção brasileira. A derrota para o México na decisão da medalha de ouro nas Olimpíadas de Londres 2012, porém, começou a minar o treinador, que acabou sucumbindo em novembro de 2012. Chamado por José Maria Marin, presidente da CBF, Luiz Felipe Scolari, campeão do mundo com o Brasil em 2002, aceitou, e no primeiro ano como treinador do país conquistou a Copa das Confederações, com campanha que colocou a Seleção novamente como uma das favoritas ao título mundial em casa.
A Copa do Mundo, porém, começou com um susto. Marcelo marcou contra na estreia, diante da Croácia, mas a Seleção virou para 3 a 1. Em seguida, o país empatou com o México em 0 a 0, com grande atuação do goleiro rival Ochoa. Fechando a primeira fase, o Brasil venceu Camarões por 4 a 1 e se classificou com o primeiro lugar do Grupo A. Nas oitavas de final, no Mineirão, o Brasil sofreu para bater o Chile, nos pênaltis, depois de levar pressão na prorrogação. Nas quartas de final, em atuação melhor, o time venceu a Colômbia por 2 a 1, mas perdeu Neymar com uma lesão na terceira vértebra lombar. Foi aí que Felipão recebeu seu mais duro golpe. A Seleção, novamente no Mineirão, foi goleada por 7 a 1 pela Alemanha, no que o técnico classificou como uma pane inexplicável. Em seguida, na disputa pelo terceiro lugar, no sábado, foi novamente derrotada, agora pela Holanda, por 3 a 0.

Fonte: Globo Esporte

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jul 13

Alemanha coroa a sua Copa das Copas e é tetra em cima da Argentina

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Foi realmente a Copa das Copas. Para a Alemanha. No Brasil, a seleção comandada por Joachim Low se sentiu à vontade para construir o seu próprio centro de treinamento, dançar com índios, vestir a camisa de clubes locais, torcer pelos anfitriões e até goleá-los por 7 a 1. Para completar, superou a Argentina por 1 a 0 na prorrogação da final deste domingo, no Maracanã, e garantiu o seu tetracampeonato mundial. O gol histórico foi marcado por Gotze.

Para os argentinos, que passaram toda a Copa do Mundo cantando que eram “papás” do Brasil por causa da vitória nas oitavas de final de 1990 (em referência a uma questionável freguesia do rival), o Mundial de agora teve o mesmo desfecho daquele de mais de duas décadas atrás. O time sul-americano voltou a perder uma decisão para o europeu, que havia derrotado em 1986. E já começou a se acostumar com o algoz, pois caiu diante do mesmo adversário nas quartas de final de 2006, nos pênaltis, e de 2010, com uma goleada por 4 a 0.

Desta vez, a Alemanha encontrou tantas dificuldades quanto em 2006. Encontrou uma Argentina bem postada na defesa e disposta contra-atacar com o talento de Lionel Messi, eleito quatro vezes o melhor jogador do mundo. O grande destaque da partida, entretanto, foi Gotze, que aproveitou um cruzamento de Schurrle aos sete minutos no segundo tempo da prorrogação, matou no peito e bateu cruzado para ser o carrasco argentino no Rio de Janeiro.

Campeã em 1954, 1974, 1990 e agora 2014, a Alemanha chegou à quarta conquista 24 anos após a terceira, exatamente como haviam feito a também tetracampeã Itália e o pentacampeão Brasil. Dessa maneira, tornou-se ainda a única equipe europeia a levantar um troféu nas Américas, além de ter impedido que os argentinos comemorassem o seu próprio Maracanazo no estádio onde o Uruguai derrotou a Seleção Brasileira em 1950.

O jogo – Enquanto pintava o seu rosto com as cores azul e branca em um dos banheiros do Maracanã, um argentino comentava com outro que, mais uma vez, o público brasileiro estava contra a sua seleção. “Deixem estar. Foi assim em todos os jogos que ganhamos”, gargalhou o segundo, enquanto os torcedores locais enalteciam os mil gols de Pelé e chamavam Maradona de “cheirador”.

Não demorou muito para os argentinos abafarem a cantoria dos brasileiros nas arquibancadas. Com muita intensidade, eles bradaram o provocativo hit sobre a Copa do Mundo de 1990, ironizaram quando Neymar apareceu nos telões do estádio e ovacionaram na hora em que a imagem foi substituída pela de Lionel Messi. Continuaram empolgados ao assistir ao zagueiro espanhol Carles Puyol levar o troféu do Mundial a campo ao lado do modelo brasileira Gisele Bundchen e no instante em que as autoridades de outros países eram recepcionadas pela presidente Dilma Rousseff.

O que todos queriam realmente ver, no entanto, eram os jogadores finalistas. Passada a cerimônia de encerramento da Copa do Mundo, as seleções de Alemanha e Argentina foram juntas a campo e trocaram os últimos abraços antes de passarem a lutar pelo troféu mais cobiçado do futebol. Com tanto empenho quanto o de quem gritava do lado de fora do gramado. Foram muitas as divididas ríspidas nos primeiros minutos de decisão.

Credenciada pela sua boa campanha na Copa do Mundo, a Alemanha tomou a iniciativa de atacar. Mas se mostrou um pouco desorientada com seguidos erros de passes dos zagueiros Hummels e Boateng. No meio-campo, não estava Khedira, que chegou a ser anunciado como titular e contundiu a panturrilha direita no aquecimento. Acabou substituído pelo jovem Kramer.

Já a Argentina se armou para tirar proveito de qualquer vacilo alemão. Escolado pela goleada de 7 a 1 que o Brasil sofreu contra o mesmo oponente, o técnico Alejandro Sabella manteve a força defensiva de sua equipe e a preparou para os contra-ataques. Foi em uma investida rápida que Higuaín descobriu o melhor caminho para o gol – o lado direito -, invadiu a área e finalizou cruzado. A bola não saiu nem pela linha de fundo, porém levantou de vez o público azul e branco.

Kramer, ao contrário, foi ao chão. O substituto de Khedira chocou o seu rosto com o ombro de Garay e ficou tão grogue quanto os jogadores brasileiros que beberam as águas batizadas oferecidas pelos argentinos no histórico confronto de 1990. A ponto de apenas assistir a uma cobrança de falta da Argentina e ser empurrado por um companheiro para acordar. Não adiantou. Pouco mais tarde, teve de sair de campo amparado para a entrada de Schurrle.

O time argentino foi ao ataque diante da momentânea tontura alemã. Aos 20 minutos, Kroos errou um cabeceio para trás e deixou Higuaín à frente do goleiro Neuer. O centroavante desperdiçou a melhor chance de gol até então ao concluir para fora. Aos 29, em uma nova oportunidade, ele recebeu cruzamento rasteiro da direita (sempre por lá) de Lavezzi e comemorou furiosamente ao completar para a rede. Em posição de impedimento.

Percebendo que a Argentina crescia em campo, a torcida brasileira aumentou o tom nas arquibancadas. “Pentacampeão!”, gritava, para apoiar o time que aplicou o maior vexame da história da Seleção. O incentivo foi premiado com uma grande jogada pela esquerda de Muller, aos 36 minutos. Em sua primeira participação na partida, Schurrle correu para arrematar e obrigou Romero a fazer grande.

A partir dali até o final do primeiro tempo, a decisão ficou aberta. Messi chegou a passar por Neuer – pela direita – em uma arrancada, mas esbarrou na zaga alemã. Do outro lado, já nos acréscimos, Howedes respondeu cabeceando a bola na trave depois de cobrança de escanteio. Muller, impedido, tentou ficar com o rebote na pequena área e deixou a impressão de que o jogo se tornaria ainda mais emocionante após o intervalo. Os times desceram para os vestiários sob aplausos.

Na volta, Sabella confiou em Aguero, recém-recuperado de lesão muscular, na posição de Lavezzi. E quase celebrou um gol logo no primeiro minuto. Messi recebeu a bola de Biglia, invadiu a área com liberdade e ficou em ótima posição para abrir o placar. O chute de chapa, cruzado, passou muito perto da trave. Joachim Low, até então calmo no banco de reservas, assustou-se e foi para a beira do campo.

Com o passar do tempo, no entanto, as jogadas técnicas rarearam. A tensão das duas seleções em uma final de Copa do Mundo foi extravasada com uma sequência de lances violentos. Neuer fez novas vítimas com as suas já tradicionais saídas estabanadas do gol, e Mascherano comandou as faltas mais duras do lado da Argentina. Messi, por sua vez, sumiu um pouco com a mudança de panorama da final – talvez por cansaço. A torcida do time sul-americano notou e gritou o nome do seu principal jogador, fazendo gesto de reverência com os braços.

Sabella revolveu dar nova companhia ofensiva a Messi, substituindo o esforçado e aplaudido Higuaín por Palacio. Ainda assim, a Alemanha voltou a ser mais presente no ataque. Só teve o seu volume de jogo interrompido por um torcedor que invadiu o gramado, aos 36 minutos, e pela última alteração da Argentina. Pérez cedeu a sua vaga para Gago. Low também mexeu em sua equipe, trocando o veterano goleador Klose por Gotze.

As mudanças não se refletiram no marcador do tempo regulamentar. Exaustos, os argentinos que bateram a Holanda nos pênaltis nas semifinais teriam que disputar mais uma prorrogação. A Alemanha, embora já não gozasse do mesmo fôlego de antes, havia ganhado com folga do Brasil na fase anterior e teoricamente teria mais forças para o tempo extra.

Foi o que se viu no primeiro ataque da etapa inicial da prorrogação. Schurrle fez ótima tabela pela esquerda e bateu de primeira de dentro da área. Romero deu um rebote perigoso, espanado pela defesa da Argentina – novamente conformada em jogar à base de contragolpes. Pela Alemanha, a pressa era tamanha que até Neuer cobrava lateral.

À exceção de uma chance para Palacio (que encobriu o alemão com muita força), contudo, a primeira parte da prorrogação não teve novas grandes possibilidades de gol. No segundo, chamou a atenção um corte no rosto de Schweinsteiger, que sangrou abundantemente após uma disputa de bola com Aguero. Pouco depois, ele e todos os alemães ganharam um motivo para chorar. De alegria.

Aos sete minutos, Schurrle avançou pela esquerda e fez o cruzamento. Gotze aproveitou o mau posicionamento da defesa argentina, dominou a bola no peito e desferiu um chute cruzado para repetir o placar da final da Copa do Mundo da África do Sul no Brasil. Era o que faltava para os brasileiros novamente gritarem para celebrar Pelé, ainda com mais títulos mundiais do que a Argentina. E para os alemães cantarem o merecido tetracampeonato em sua Copa das Copas.

Fonte: Esporte Interativo

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jul 12

Brasil despreza perdão da torcida, perde outra e sai da Copa vaiado

Amarelinha não consegue vitória para apagar goleada na semi e termina a Copa em quarto lugar

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O dono da festa saiu dela envergonhado. A Seleção Brasileira que imaginava poder ser hexacampeã na Copa do Mundo que sedia não conseguiu nem manter o perdão que recebeu da torcida neste sábado. O time montado por Luiz Felipe Scolari não foi capaz nem de terminar o torneio com o terceiro lugar e voltou a ter motivo para se envergonhar ao perder da Holanda por 3 a 0 neste sábado.

A torcida que foi ao Mané Garrincha gritou “pentacampeão” e aplaudiu a equipe, só não desculpando Felipão pela humilhante derrota por 7 a 1 para a Alemanha na semifinal. Mas ampliou a vaia para todos que vestiam verde e amarelo no gramado e percebeu que, sem nada a comemorar no presente, foi necessário recorrer ao passado, terminando o Mundial lembrando que só Pelé fez mil gols.

Os novos motivos para protestos não demoraram a aparecer. Antes dos dois minutos, o Brasil não tinha conseguido dominar a bola quando Robben venceu disputa pelo alto e tabelar com Van Persie para ser agarrado perto da área por Thiago Silva. Como nada dá certo para os anfitriões, o árbitro deu pênalti, que Van Persie converteu.

Ainda no primeiro tempo, David Luiz ajeitou cruzamento de De Guzmán, em posição duvidosa, para Blind, completamente livre, fazer 2 a 0 aos 16 minutos. A partir daí, o que se viu foi mais uma atuação vexatória pela qualidade dos comandados de Scolari, que ainda sofreram o terceiro gol nos instantes finais da partida. Não foi humilhante como uma goleada, mas serão raros os brasileiros que não saíram do estádio nesta noite sem se sentir envergonhado.

O jogo -Os torcedores que estiveram no Mané Garrincha só não perdoaram Felipão, e o técnico resolveu poupar muitos dos que passaram vergonha no Mineirão na terça-feira. Dante, Marcelo, Fernandinho, Bernard, Hulk e Fred ficaram no banco. Além da volta de Thiago Silva, após cumprir suspensão, Maxwell pôde, enfim, estrear em um Mundial, com Paulinho, Ramires, Willian e Jô completando a lista de novidades.

A Holanda, por sua vez, ficou desfalcada já no aquecimento, quando Sneijder sentiu dores na coxa direita. Mas, contra o Brasil, o time laranja não precisava de seu camisa 10. Mesmo o marcador De Guzmán, que entrou no seu lugar, e o contestado Clasie eram suficientes para dar suporte a Robben e Van Persie na briga pelo terceiro lugar.

Os europeus deram a saída de bola e, durante um minuto, o Brasil só tocou na bola em duas cabeçadas de David Luiz para a lateral. Até que Cillessen deu um chutão que Robben desviou de cabeça e logo correu para Van Persie o colocar livre em direção à grande área. Thiago Silva precisou agarrá-lo, fora da área, e o árbitro viu pênalti, mas abriu mão de expulsar o capitão brasileiro por impedir uma clara chance de gol. Van Persie a teve e a aproveitou, convertendo a penalidade.

A liberdade a Robben surgiu graças ao desespero da Seleção, frágil também psicologicamente, em marcar na saída de bola. Assim, quase empatou quando Oscar cruzou e Jô e Ramires não alcançaram na pequena área. Mas o 3-5-2 holandês logo controlou o jogo e passou a marcar os donos da casa em seu campo.

Oscar se mexia entre as intermediárias, buscava o jogo, mas errava ao procurar Maxwell. Além de não marcar bem, o lateral esquerdo provou porque ainda não tinha atuado, errando tudo na frente. Maicon resolveu ser opção do outro lado para ajudar Ramires e, assim, deu a Holanda tudo que ela queria.

Os comandados de Louis Van Gaal trocaram passes envolvendo quase todos os seus jogadores aos 16 minutos até que Robben lançou De Guzmán, em posição duvidosa, para cruzar na pequena área. David Luiz quis afastar de cabeça, mas ajeitou para o canhoto Blind, completamente desmarcado na marca do pênalti, dominar e ter tempo de ajeitar o corpo para balançar as redes chutando de direita.

A primeira reação ao medo de outro vexame se deu em David Luiz, tido como líder do elenco e que, como já tinha tentado fazer com o alemão Thomas Muller no Mineirão, buscar agredir um adversário. Neste sábado, foi o holandês Clasie, alvo de uma tesoura. O zagueiro, mesmo descontrolado, era também o único a acionar o ataque, mas sem qualidade, com chutões para frente.

A partir dos 20 minutos do primeiro tempo, as vaias foram aparecendo e crescendo, embora parte do estádio ainda tentasse apoiar. Mas era inútil. Até o zagueiro De Vrij ia ao ataque e driblava quem quisesse, como quisesse. Assim, De Guzmán ainda levou perigo em finalização aos 29.

Maxweel ainda provou que pode ser perigoso para o adversário ao dar cotovelada que fez a cabeça de Kuyt sangrar. O Brasil, ao menos, não levou cinco gols em 29 minutos, como na terça-feira. Uma possível evolução, mas insuficiente para impedir que as vaias tomassem conta do Mané Garrincha no intervalo.

Felipão quis dar mais dinâmica ao time, trocando Luiz Gustavo por Fernandinho, mas o volante só apareceu cometendo faltas. Tentou, então, Hernanes no lugar de Paulinho, e mais uma vez viu alguém sair de seu banco de reservas nervoso demais e acertando canelas adversárias.

O Brasil não conseguiu nem se aproveitar do cansaço de um adversário que, diferentemente do anfitrião, jogou 30 minutos de prorrogação um dia após o vexame verde e amarelo. Hulk foi a última tentativa de Scolari dar a torcida que perdoou, ao menos, um gol. O brasileiro, na verdade, espera que tenha sido a sua derradeira substituição como técnico da Seleção.

No último minuto do tempo regulamentar, a seleção holandesa chegou ao terceiro gol. Janmaat recebeu de Robben pela direita e cruzou para conclusão certeira de Wijnaldum. O técnico Louis Van Gaal ainda tirou o goleiro Cillessen nos acréscimos para dar ao reserva Vorm o gosto de vencer os inofensivos donos da casa em campo.

Fonte: Esporte interativo

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jul 09

Romero garante nos pênaltis Argentina na final da Copa do Mundo em jogo que lembrou Mundial de 2010

Com poucas chances de gols criadas e muita marcação restou as penalidades para decidir a seleção de Messi e não a Holanda, no Maracanã, contra a Alemanha

Decime que si siente! Argentina vence Holanda nos pênaltis e decide Copa do Mundo contra Alemanha, no Maracanã.

Decime que si siente!
Argentina vence Holanda nos pênaltis e decide Copa do Mundo contra Alemanha, no Maracanã.

Semifinal da Copa do Mundo. Medo de cair fora. Raríssimas chances de gols e destaque para os sistemas defensivos, liderados por Vlaar no lado laranja e Mascherano do lado azul e branco. 0 a 0 ao fim dos 120 minutos. Parecia o pragmatismo da Copa do Mundo de 2010 ou seria reflexo do que o Brasil passou diante da Alemanha? Pois bem, não deu Holanda com Cillessen e sem Krul. Deu o desacreditado Sergio Romero. O duelo das finais das Copas do Mundo de 86 e 90 foi remarcado para o Maracanã, no Rio de Janeiro. Chegou o momento do desempate. A Alemanha é a favorita, mas a Argentina quer muito o título em solo brasileiro.

O JOGO:

Depois da chuva de gols dos impiedosos alemães sobre o Brasil, Holanda e Argentina entraram em campo nesta quarta-feira dispostos a fechar a casinha. A Laranja de Van Gaal no costumeiro 3-5-2 se manteve firme na defesa e Cillessen só trabalhou em chutes de fora da área, e foram poucos. Uma cobrança de falta de Messi e um chute de Enzo Pérez em cada tempo não levaram perigo. Do outro lado Romero trabalhou menos ainda. Difícil lembrar alguma chance criada por Robben e companhia, visimelmente com menos fôlego depois da partida alucinante contra a Costa Rica. A melhor delas foi parada por um carrinho perfeito de Mascherano, já aos 44 minutos do segundo tempo.

Mascherano executa carrinho perfeito e impede chance clara de gol do craque Arjen Robben.

Mascherano executa carrinho perfeito e impede chance clara de gol do craque Arjen Robben.

O camisa 14 foi um leão em campo. Senso de posicionamento impecável. Líder de uma defesa desacreditada que cresceu muito durante a Copa do Mundo Do outro lado, quem se destacou pelos desarmes perfeitos foi o zagueiro Vlaar. 0 a 0 e mais 30 minutos para decidir o outro finalista da Copa no Brasil.

Veio a prorrogação. Sabella e Van Gaal guardavam a última mudança. Na Argentina um resguardo para alguém que se esgotasse. Entrou Máxi Rodríguez na vaga do esgotado Lavezzi, que é frio e técnico para cobrar pênaltis. Na Holanda, o físico também falou alto, mas a parte técnica também foi levada em conta. Mais uma nova atuação morta de Van Persie fez o treinador da Laranja colocar o atacante Huntelaar em campo. Sem Krul por hoje.

Acabou o primeiro tempo e as chances de gol continuaram extintas. Na Copa das Copas dos gols e dos goleiros, voltamos por um dia ao pragmatismo e o medo de sofrer gols do Mundial da África do Sul. Messi não desenvolvia. O gênio decidiu durante toda a Copa, mas quando bem marcado complica, pois o Messi hoje em dia só define parado. Falta movimentação e explosão. Robben também não. Correu pouco, deu pouca opção, mas toda a Holanda foi assim. Acabou os quinze minutos finais e restou as penalidades, pois faltou o futebol na Arena Corinthians.

Nas penalidades, o desacreditado Romero cresceu e pegou as cobranças de Vlaar e Sneijder. A Argentina foi impecável. Cillessen não correspondeu a raiva por ter ficado de fora contra a Costa Rica e não conseguiu embarreirar as cobranças do adversário. Nem todas foram cobranças dignas de perfeição. Nos pés de Maxi Rodríguez, Messi se emocionou e a Argentina decide contra a Alemanha no Maracanã quem conquista a taça no Brasil.

Sergio Romero faz grande defesa em cobrança de Sneijder e garante Argentina na finalíssima no Maracanã.

Sergio Romero faz grande defesa em cobrança de Sneijder e garante Argentina na finalíssima no Maracanã.

Fonte: Esporte Interativo

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jul 09

Alô torcedores da nike!

6a00d83451bad569e201a73de8f4e0970dSe 50% dos brasileiros que colocaram a bandeira do Brasil para fora dos seus carros e casas durante os últimos vinte dias, mantivesse a bicha estendida pelos próximos 365 dias, o Brasil seria outro país.

Quem levanta a bandeira do Brasil apenas em períodos de copa não é brasileiro, é torcedor da nike.

Ser PATRIOTA é entender que você e eu temos que RETRIBUIR para a sociedade que te criou.

E não interessa se os outros não fazem, faça o que você acredita, dê EXEMPLOS.

A maioria precisa de INSPIRAÇÃO. Seja a INSPIRAÇÃO!

Sorria quando os outros não sorriem, abrace quando ninguém abraça, empreste quando ninguém empresta.

É ASSIM que você e eu vamos mudar TUDO. E Se não der para mudar TUDO, que seja TUDO que esteja ao nosso alcance.

Tem gente que vive com 1 real por dia é SORRI todos os dias.

E luta, luta, luta, e um dia vai mudar de vida.

Tempo ao tempo, TRABALHO ao TRABALHO, quem se DOA para os outros, ou vive uma vida baseada em uma CAUSA, chega em algum lugar.

Te garanto.

Vá atrás da história de vida de quem realmente vale a pena e você vai ver que é tudo assim. Vieram do NADA, sem nenhum puto no bolso, e viraram a mesa depois de 20 anos de trabalho 24×7 suado e sofrido.

A VIDA é ASSIM.

Qual é sua CAUSA?

Fonte: Jornal do Empreendedor

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jul 08

Mundial 2014: Direto do FACEBOOK

“Isso representa mais que um simples jogo!

1610759_10202529227649272_3506542262930671649_nRepresenta a vitória da competência sobre a malandragem! Serve de exemplo para gerações de crianças que saberão que pra vencer na vida tem-se que ralar, treinar, estudar! Acabar com essa história de jeitinho malandro do brasileiro, que ganha jogo com seu gingado, ganha dinheiro sem ser suado, vira presidente sem ter estudado!

O grande legado desta copa é o exemplo para gerações do futuro! Que um país é feito por uma população honesta, trabalhadora, e não por uma população transformada em parasita por um governo que nos ensina a receber o alimento na boca e não a lutar para obtê-lo!

A Alemanha ganha com maestria e merecimento! Que nos sirva de lição! Pátria amada Brasil tem que ser amada todos os dias, no nosso trabalho, no nosso estudo, na nossa honestidade! Amar a pátria em um jogo de futebol e no outro dia roubar o país num ato de corrupção, seja ele qual for, furando uma fila, sonegando impostos, matando, roubando!

Que amor à pátria é este! Já chega!!! O Brasil cansou de ser traído por seu próprio povo! Que sirva de lição para que nos agigantemos para construirmos um país melhor! Educar nossos filhos pra uma geração de vergonha! Uma verdadeira nação que se orgulha de seu povo, e não só de seu futebol!!

É isso ai! Falei!” (Direto do Facebook)

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jul 08

Mundial 2014: Sem Neymar, Brasil deixa a máscara cair e é humilhado pela Alemanha

Fernandinho lamenta gol sofrido pela Seleção. (Foto: Jefferson Bernardes/ Vipcomm)

Fernandinho lamenta gol sofrido pela Seleção. (Foto: Jefferson Bernardes/ Vipcomm)

Seleção deu adeus ao tão sonhado hexacampeonato dentro de casa

 

A máscara caiu. Diante de milhares de torcedores fantasiados de Neymar, a Seleção Brasileira não transformou em realidade a ilusão de que poderia ser bem-sucedida sem o seu principal jogador. Foi humilhada pela Alemanha com uma histórica e eterna derrota por 7 a 1 no final da tarde desta terça-feira, no mesmo Mineirão onde já havia sofrido para superar o Chile nos pênaltis e está fora da disputa pelo título da sua Copa do Mundo. Os gols foram marcados por Muller, Klose (o maior artilheiro dos Mundiais), Kroos (2), Khedira e Schurrle (2). Oscar fez o de honra.

Se queria apagar a derrota para o Uruguai na final da primeira Copa do Mundo realizada no Brasil, há 64 anos, o Brasil conseguiu de forma vexatória. Perdia por 4 a 0 em 25 minutos de jogo. Em um Mineirão que virou Mineirazo, viu os seus torcedores reagirem com um choro que a psicóloga Regina Brandão nem o melhor de seus colegas seriam capazes de conter. A revolta nas arquibancadas também acabou extravasada com irônicos gritos de “olé”, vaias (principalmente para o centroavante Fred), insultos e brigas.

A traumática queda diante da Alemanha foi o desfecho de um sonho que o Brasil alimentou muito graças a Neymar, alvo de uma joelhada de Zúñiga na vitória por 2 a 1 sobre a Colômbia, nas quartas de final, quando fez a sua exibição mais apagada no Mundial. Antes, o atacante havia sido importante nas vitórias por 3 a 1 contra a Croácia e por 4 a 1 em cima de Camarões, no empate sem gols com o México e na disputa de pênaltis com os chilenos.

Com a derrota na decisão da Copa do Mundo de 2002 muito bem vingada, a Alemanha agora se prepara para jogar a decisão do Maracanã às 16 horas (de Brasília) de domingo, contra o vencedor do confronto entre Holanda e Argentina. Ao Brasil, restará a melancólica disputa de terceiro lugar diante do perdedor da outra semifinal, às 17 horas (de Brasília) de sábado, no Mané Garrincha. Outra vez, sem Neymar.

O jogo – A Alemanha já estava à frente da Seleção Brasileira antes mesmo de a bola começar a rolar. Os comandados de Joachim Low entraram em campo com passadas largas, enquanto os de Felipão caminharam timidamente, com as mãos sobre os ombros uns dos outros – faltavam, entretanto, aquelas costas que suportaram o peso de toda a campanha até as semifinais e acabaram fora do torneio graças à joelhada do colombiano Zúñiga.

Neymar estava representado por uma camisa com o número 10 às costas, levada ao gramado pelo capitão David Luiz – que herdou a braçadeira do suspenso Thiago Silva. Na hora da execução do Hino Nacional, o seu traje tremulou junto com as vozes da torcida brasileira. Entre elas, estava a de Bernard, o escolhido de Felipão para reanimar a Seleção com a sua “alegria nas pernas”, como gosta de dizer o treinador.

A animação durou poucos minutos, com a pressão inicial imposta pela Seleção Brasileira. O lateral esquerdo Marcelo foi o primeiro a incomodar com um chute de fora da área. Oscar se incumbiu de cobrar os escanteios antes batidos por Neymar. E Hulk continuou a mostrar apenas vontade, assim como Bernard, enquanto Fred se manteve nulo em campo.

Apesar de ter seguido com os seus problemas habituais e não mais com Neymar, o Brasil até pareceu assustar inicialmente a Alemanha. Ozil escorregou e levou o público local ao delírio. Seu time respeitava o ímpeto brasileiro e demorou um pouco para sair ao ataque. Quando o fez, encontrou uma defesa adversária bastante desorganizada com a entrada de Dante e acabou com o jogo.

O primeiro gol alemão saiu aos dez minutos. Em uma cobrança de escanteio de Kroos, Muller apareceu inacreditavelmente livre de marcação dentro da área. Só teve o trabalho de escorar a bola, com uma finalização cruzada, para inaugurar o placar.

O gol foi a senha para a Seleção Brasileira se desesperar de vez. Sem nenhuma criatividade, o time apelou aos lançamentos longos de David Luiz, como já havia ocorrido em outras partidas da Copa do Mundo. Também implorava por pênaltis, como aos 17 minutos, quando Marcelo caiu na área ao perder a bola para Lahm e provocou uma discussão entre Hulk e Boateng. A torcida pareceu prever o inacreditável e passou a berrar logo cedo: “Eu acredito!”.

Jogando de rubro-negro como o Flamengo, a Alemanha tinha muito mais confiança. E não era para menos. Afinal, contava com total liberdade para trocar passes à brasileira. Foi assim que transformou a vitória parcial em goleada em menos de cinco minutos. A começar por uma bela jogada de Kross, que encontrou Muller dentro da área. A bola ficou com Klose, que parou em Júlio César no primeiro chute e mostrou o oportunismo do maior artilheiro da história das Copas para ficar com o rebote e conferir, aos 22.

Àquela altura, alguns torcedores já começavam a chorar, como fizeram os jogadores de Felipão contra o Chile. O trauma emocional seria ainda maior. Já aos 23 minutos, Lahm fez um cruzamento rasteiro para a área do Brasil, onde Muller não conseguiu concluir. Kross, sim. Júlio César ainda tocou na bola, que entrou no canto.

O marcador dilatado fez o Brasil ficar tonto em campo. A ponto de Fernandinho perder perigosamente uma bola para Kross a dois passos da meia-lua. O alemão tirou proveito e tabelou com Khedira antes de concluir na saída de Júlio César. O massacre dos times visitantes, cada vez mais em casa, estava configurado. Com apenas 25 minutos de partida.

Se os atletas do Brasil não sabiam como reagir, os torcedores muito menos. Alguns choravam copiosamente, borrando as pinturas verde e amarela em seus rostos. Outros preferiram deixar o Mineirão mais cedo. E os mais revoltados desabafaram com coros de “raça”, insultos para o ar, brigas entre si e ameaças de violência generalizada. A tensão era tamanha que os seguranças da Fifa fizeram um cordão de isolamento onde estava concentrada a maior parte da torcida da Alemanha.

Ficaria pior. Ou melhor, no caso do público alemão posicionado atrás do gol defendido por Neuer. Aos 29 minutos, Khedira avançou sem marcação pelo meio, tocou para Ozil (em posição duvidosa), recebeu de volta e concluiu no canto direito de Júlio César para também participar da festa germânica no Mineirão.

A ilusão de conquistar a Copa do Mundo em casa, 64 anos após a tragédia de 1950, acabava ali para o Brasil. Parte do público já sabia, com um conformado canto para dizer ser “com muito orgulho, com muito amor”. Jogadores como Hulk ainda se esforçavam, enquanto a Alemanha diminuía o ritmo, mas tropeçavam nas próprias pernas. Felipão até se sentou. Só saiu da sua área técnica de novo no último minuto do primeiro tempo.

Tentando evitar um vexame ainda maior, o técnico recorreu às entradas de Paulinho e Ramires nas vagas de Fernandinho e Hulk. Só adiantou nos primeiros minutos do segundo tempo porque a Alemanha havia se acomodado. Joachim Low, por exemplo, até poupou Hummels e mandou Mertesacker ao gramado naquele instante.

Nas investidas brasileiras, a Alemanha provou não ter bons jogadores só no setor ofensivo. O goleiro Neuer trabalhou bem e conteve algumas investidas de Paulinho e Oscar. Para parar Fred, no entanto, não era preciso fazer muito. O centroavante foi perseguido mais pela torcida amarela do que pela marcação rubro-negra. Passou a ser vaiado a cada toque na bola.

Do outro lado, até o público brasileiro reverenciou o goleador alemão. Aos 12, Klose deu lugar a Schurrle e saiu com aplausos dignos do maior artilheiro das Copas. Seu substituto o homenageou com um gol. O jogador do Chelsea ficou com a bola após uma jogada trabalhada por Lahm e Khedira e bateu rasteiro, perto da marca do pênalti, para ser mais um a superar Júlio César.

Felipão, então, gastou a sua última alteração. Sacou Fred, para alívio da torcida, e fez Willian participar do show alemão. Que prosseguiu aos 33 minutos, outra vez com Schurrle. O atleta recebeu um ótimo lançamento da esquerda, dominou bem e bateu com força, no ângulo, para dilatar o placar histórico em Belo Horizonte.

Aos 44 minutos, a Seleção Brasileira fez o seu gol de honra. Oscar recebeu lançamento longo, fintou Boateng e completou na saída de Neuer. Os alemães ironizaram, com gritos de “Brasil”, enquanto as máscaras de Neymar – antes motivos de alegria para o público local – caíam sobre o chão do Mineirazo.

Fonte: Ssporte Interativo

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jul 08

Seleção tenta provar que há vida sem Neymar e alcançar 8ª final de Copa

Sem o camisa 10, lesionado, e também sem Thiago Silva, suspenso, Brasil encara a Alemanha de olho em vaga na decisão

 

Jogadores da Seleção agradecem apoio dos torcedores presentes na Arena Castelão (Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM)

Jogadores da Seleção agradecem apoio dos torcedores presentes na Arena Castelão (Foto: Jefferson Bernardes/VIPCOMM)

Sem seu grande craque e também sem seu capitão original, a seleção brasileira entrará em campo nesta terça-feira às 17h (de Brasília) para tentar garantir a tão sonhada vaga na final da Copa do Mundo em clássico contra a Alemanha, que será realizado no Mineirão, em Belo Horizonte.

O grande problema para o técnico Luiz Felipe Scolari é a perda de Neymar, que sofreu fratura em uma vértebra da região lombar e está vetado para o restante da competição. Outra dor de cabeça é a suspensão de Thiago Silva, que recebeu segundo cartão amarelo na Copa contra aColômbia.
O problema com Neymar que o tirou do duelo que reúne oito títulos mundiais – cinco do Brasil e três da Alemanha, e as alternativas possíveis para Felipão deu ares de confronto de “xadrez” para esta semifinal, já que o comandante do ‘Nationalelf’, Joachim Löw, normalmente escala sua equipe de acordo com o adversário.
Contra a França, por exemplo, o técnico admitiu ter escalado Philipp Lahm na lateral direita, sua posição de origem, para que a criação de jogadas ocorresse pelos lados do campo e não pelo meio, setor onde a marcação adversária era mais forte.
Felipão, por sua vez, tentou fazer o máximo de mistério possível no único treino com bola antes do jogo. As duas formações utilizadas em atividade, em que não teve adversário, acabaram sendo testadas por 10 minutos cada. A princípio, Willian e Paulinho disputam a “posição” de Neymar.
Com o meia-atacante do Chelsea, o desenho tático seria igual a utilizada na vitória contra a Colômbia nas quartas de final. Já com o volante do Tottenham, pela primeira vez o Brasil jogaria com três volantes de ofício, obrigando Oscar, Hulk e Fred a se movimentarem mais.
Outra dúvida aparente de Felipão é na lateral direita. Maicon ganhou a vaga de Daniel Alves na última partida, mas o defensor do Barcelona apareceu novamente entre os titulares, pelo menos na primeira parte do treino desta segunda-feira.
Quanto ao substituto de Thiago Silva, Dante deverá jogar, o que fará com que David Luiz seja deslocado para o lado direito da zaga. Além disso, o camisa 4 deverá ser o capitão da seleção brasileira, o que ainda não foi confirmado oficialmente pela CBF.
A Alemanha, por sua vez, chega para o jogo com elenco completo. Novamente, a condição física de cada atleta vai ser avaliada para a definição da escalação. O zagueiro Per Mertesacker pode voltar ao time titular depois de não encarar a França, mantendo o “rodízio” na linha de defesa.
Logo após o jogo no Maracanã, Löw admitiu até utilizar o Christoph Kramer, que é volante, na zaga. A definição, no entanto, deve ser conhecida apenas no momento da divulgação da escalação dos tricampeões iniciais, pouco mais de uma hora antes do confronto.
A seleção brasileira já alcançou sete vezes a decisão de Copa do Mundo, se saindo vencedora em cinco. Em 1950, a derrota para o Uruguai por 2 a 1 aconteceu pela última rodada de um quadrangular, não sendo contabilizado como presença em final.
Além disso, este será apenas o segundo encontro de Brasil e Alemanha em Copas do Mundo. O primeiro é de ótima lembrança para os anfitriões desta edição do torneio, afinal, aconteceu na decisão que rendeu ao país o pentacampeonato mundial em 2002.
Em 30 de junho daquele ano, Luiz Felipe Scolari era o técnico que comandou a seleção na vitória por 2 a 0. Marcos; Lúcio, Roque Júnior e Edmílson; Cafu, Gilberto Silva, Kléberson, Ronaldinho Gaúcho (depois Juninho Paulista) e Roberto Carlos: Rivaldo e Ronaldo (depois Denílson), o time vencedor.
Na Alemanha, o craque era o meia Michael Ballack, que não jogou por estar suspenso, então, as esperanças de título recaíam sobre o experiente goleiro Oliver Kahn. O melhor jogador daquela Copa, no entanto, falhou no primeiro gol, ao rebater chute de Rivaldo nos pés de Ronaldo, aos 12 minutos do segundo tempo.
O “Fenômeno”, que quase não participou da competição por seguidas graves lesões, ainda marcou o segundo, em linda finalização da entrada da área aos 34 minutos do segundo tempo, que definiu o placar, e assegurou o pentacampeonato.
Outros dois confrontos por competições oficiais aconteceram em 1999 e 2005, ambos por Copas das Confederações. O Brasil também levou a melhor, primeiro com vitória por 4 a 0 noMéxico, e depois com placar de 3 a 2, nas seminfinais da edição disputada na Alemanha.
O último duelo, contudo, teve vitória do ‘Nationalelf’ por 3 a 2, em Stuttgart. Entre os jogadores da equipe, então comandada por Mano Menezes, utilizados, oito foram convocados para a Copa (Julio César, Daniel Alves, Thiago Silva, Ramires, Fernandinho, Luiz Gustavo, Fred e Neymar), contra 11 do rival (Neuer, Hummels, Boateng, Lahm, Kroos, Schweinsteiger, Götze, Müller, Podolski, Schürrle e Klose).
O vencedor da primeira semifinal da Copa do Mundo aguardará quem levar a melhor do outro duelo, entre Holanda e Argentina, para a disputa da final, que acontecerá no domingo, às 16h (horário de Brasília), no Maracanã. A disputa do terceiro lugar acontecerá um dia antes, às 17h, no Estádio Nacional Mané Garrincha.
Prováveis escalações.
Brasil: Julio César; Maicon (ou Daniel Alves), David Luiz, Dante e Marcelo; Luiz Gustavo, Paulinho (ou Willian), Fernandinho e Oscar; Hulk e Fred. Técnico: Luiz Felipe Scolari.
Alemanha: Neuer; Lahm, Boateng, Hummels e Höwedes; Khedira (ou Mertesacker), Schweinsteiger, Müller, Kroos e Özil; Klose (ou Götze). Técnico: Joachim Löw.
Árbitro: Marco Rodríguez (México), auxiliado pelos compatriotas Marvin Torrentera e Marcos Quintero.
Estádio do Mineirão, em Belo Horizonte.

Fonte: Esporte Interativo

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