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out 06

Eleições DF: Rollemberg e Frejat vão disputar o segundo turno, Agnelo fica de fora

Diferença entre o primeiro e segundo colocados é de 257 mil votos

 

1412559253A corrida eleitoral pelo governo do Distrito Federal vai continuar até o dia 26 de outubro, quando os candidatos Rodrigo Rollemberg (PSB) e Jofran Frejat (PR) se enfrentarão no segundo turno das eleições

Com 100% das urnas apuradas, o resultado aponta Rollemberg com 45,23% dos votos válidos e Frejat com 27,97%. …

O governador Agnelo Queiroz (PT) recebeu 20,07% dos votos e ficou de fora da disputa pelo Buriti. É a primeira vez que um governador que tenta a reeleição não chega nem ao segundo turno das eleições.

Luiz Pitiman (PSDB) ficou em quarto lugar na preferência do eleitorado e tem 4,46% dos votos válidos. Toninho do PSOL foi o quinto mais votado, com 2,26% da preferência. Única mulher na disputa eleitoral do DF, Perci Marrara (PCO) não teve os votos computados.

De acordo com a Justiça Eleitoral, 142.589 eleitores anularam ou votaram em branco no DF — o que corresponde a 8,52% dos cidadão que participaram da votação.

Rollemberg

Rollemberg nasceu em 1959, no Rio de Janeiro, mas veio de família sergipana. Ele é um dos 14 filhos do ex-ministro e ex-deputado federal Armando Leite Rollemberg e Teresa Sobral Rollemberg. O candidato se mudou com a família para Brasília em 1960 e diz ter feito da cidade “o seu novo lar”. Formado em história pela UnB (Universidade de Brasília), ele entrou no PSB em 1990 e nunca mais saiu. Esta é a segunda vez que Rollemberg tenta se eleger governador do DF.

Frejat

Frejat nasceu em Floriano (PI) e se mudou para Brasília em 1962. É formado em medicina pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro). Foi eleito deputado federal pela primeira vez em 1986 pelo extinto PFL, participou da Assembleia Constituinte que elaborou a Constituição de 1988. Foi reeleito em 1990, mas licenciou-se para assumir a Secretária de Saúde do DF, na gestão de Joaquim Roriz, cargo que ocupou mais três vezes. Em 2006, pelo PTB, ganhou mais uma eleição para a Câmara dos Deputados.

Portal R7 DF. ALESSANDRO DANTAS
Fonte: Edson Sombra

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out 06

A nova composição da câmara Distrital

Os 24 candidatos a deputado distrital pelo DF mais votados são:
Câmara Legislativa1º Júlio César (PRB/PTC) — 29.384 votos
2º Robério Negreiros (PMDB) — 25.646 votos
3º Professor Israel (PRV/PV) — 22.500 votos
4º Dr. Michel (PT/PP) — 22.422 votos
5º Rodrigo Delmasso (PC do B, PPL, PTN) — 20.894 votos
6º Joe Valle (PDT) – 20.352 votos
7º Sandra Faraj – (SD – PSB / PDT /SD) – 20.269 votos
8º Wasny de Roure (PT) – 19.318 votos
9º Rafael Prudente (PMDB) – 17.581 votos
10º Chico Vigilante (PT) – 17.040 votos
11º Liliane Roriz (PRTB) – 16.745 votos
12º Juarezão (PRTB) – 15.923 votos
13º Chico Leite (PT) – 15.636 votos
14º Agaciel Maia (PTC) – 14.876 votos
15º Cristiano Araujo (PTB) – 14.657 votos
16º Ricardo Vale (PT) – 14.223 votos
17º Bispo Renato (PR) – 14.216 votos
18º Celina Leão (PDT) – 12.670 votos
19º Prof. Reginaldo Veras (PDT) – 12.506 votos
20º Lira (PHS) – 11.463 votos
21º Telma Rufino (PPL) – 11.364 votos
22º Wellington Luiz (PMDB) – 10.330 votos
23º Raimundo Ribeiro (PSDB) – 10.026 votos
24º Luiza de Paula (PEN) – 7.428 votos

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set 26

Eleições DF 2014: Lula esquenta campanha petista

Ex-presidente participa de comício em Ceilândia no maior ato, no Distrito Federal, pela reeleição do governador Agnelo Queiroz e de Dilma Rousseff. Ele cobrou mais empenho da militância brasiliense.

1411729138Lula segura o menino Vítor Gabriel no palanque enquanto Agnelo discursa ao lado do vice-governador, Tadeu Filippelli: atuação do ex-presidente em Ceilândia deixou aliados otimistas.

Maior cabo eleitoral do PT, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi à Praça da Bíblia, em Ceilândia, para mobilizar a militância, a fim de conquistar votos que ajudem a reeleger o governador Agnelo Queiroz (PT). Em comício com aproximadamente 10 mil pessoas — segundo estimativa da Polícia Militar —, Lula convocou os apoiadores a irem às ruas nestes últimos dias de campanha. “Não estou aqui para pedir votos para Agnelo e Dilma. Afinal, toda essa gente aqui tem de votar neles e pedir votos também”, disse. O ex-presidente da República criticou adversários e destacou realizações dos governos petistas. …

Aliados de Agnelo estimam que o público chegou ao dobro dos cálculos da PM. A aparição de Lula em Ceilândia atraiu gente de longe. As vias de acesso à cidade mais populosa do Distrito Federal estiveram mais cheias do que o normal para o fim do dia. Quando foi anunciada a fala do ex-presidente, a multidão ecoou hinos de campanhas passadas, gritou o nome de Lula e o aplaudiu exaustivamente. “Não poderia me conformar que Brasília não vá reeleger esse moço, que tanto fez pela cidade, e não vá ajudar a manter Dilma na Presidência. Não tem explicação”, destacou, com a voz mais rouca do que o normal.

Um dos poucos no palanque vestido de vermelho, cor do partido que o levou ao Palácio do Planalto, Lula garantiu ter orgulho do PT. “O dia em que eu tiver vergonha de usar a camisa vermelha e a estrela no peito, não há razão para eu fazer política. Vocês também não devem ter vergonha. Levantem a cabeça e vão para as ruas”, discursou. Os candidatos majoritários e proporcionais da coligação estão otimistas e esperam que a vinda do ex-presidente ao DF dê novo impulso à campanha. Morador de Ceilândia, o deputado distrital Chico Vigilante mostrou-se animado. “Agora, a militância vai mesmo pra rua. O Lula colocou fogo no pessoal”, comentou. “Esse era o gás que precisávamos para chegar ao segundo turno”, reforçou o presidente regional do PT, o deputado federal Roberto Policarpo.

O ato foi organizado para representar o “momento da virada”, conforme a fala do próprio Agnelo no comício. Quando pediu votos para si e para o candidato ao Senado da coligação, Geraldo Magela (PT), o governador aproveitou para alfinetar adversários. Disse que o senador Rodrigo Rollemberg (PSB), também candidato ao governo, entrou no serviço público sem concurso e tem uma atuação apagada no Congresso. Também disparou contra Reguffe (PDT), candidato ao Senado: “Não é possível que a população vá eleger, novamente, um senador que nada faz por Brasília”. Agnelo acrescentou que tem sido atacado desde o primeiro dia do governo, mas que a militância está calejada. O petista criticou os institutos e as pesquisas de intenções de voto. “Nenhuma manipulação vai mudar ou diminuir a força e a garra da militância”, afirmou.

Sem Dilma
Com presença confirmada até a tarde de ontem, a presidente Dilma Rousseff cancelou a participação a menos de duas horas do evento. A justificativa oficial foi a de que ela estava sem voz após viagem internacional e participação em um comício pela manhã. Mesmo assim, ela foi citada inúmeras vezes por todos os políticos que discursaram. Lula reafirmou total apoio à candidata à reeleição. “Falaram que Marina (Silva, candidata do PSB ao Palácio do Planalto) chorou e disse que me amava. Também amo a Marina. Mas política não é caso de amor, senão, chamaria a Marisa (mulher do ex-presidente) para ser candidata. Escolhi Dilma pela capacidade e competência. Não foi por amizade”, argumentou. Lula criticou ainda o choque de gestão proposto pelo candidato a vice de Marina Silva, deputado federal Beto Albuquerque (PSB): “Ninguém gosta de choque. Isso significa arrocho salarial, redução de benefícios dos trabalhadores e mandar funcionário público embora”.

Durante quase uma hora, o ex-presidente falou sobre política internacional, combate à fome e ascensão de famílias à classe média. “Hoje, o pobre não chega ao açougue para comprar músculo. Ele já sabe o que é filé, costela e picanha”, disse Lula. Ele falou ainda sobre avanços na educação e na saúde pública. O médico Cícero Batista, ex-morador da Cidade Estrutural, formado com auxílio do ProUni, subiu ao palco e discursou sobre os benefícios do programa. Crianças e adultos subiram ao palco para tirar fotos com o ex-presidente, inclusive Vítor Gabriel de Lima Mariano, criança deficiente moradora de Ceilândia.

10 mil
Número de participantes no comício em Ceilândia, segundo a Polícia Militar.

Servidores alugam transporte
Apoiadores do PT providenciaram vans para irem ao evento em Ceilândia

Um grupo de aproximadamente 20 pessoas — na maioria, servidores do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome — se cotizou para alugar pelo menos duas vans na Esplanada dos Ministérios com destino ao comício do governador Agnelo Queiroz (PT) em Ceilândia.

Munidos de bandeiras e adesivos, os eleitores se encontraram em frente ao próprio ministério, onde cada um dos integrantes do grupo desembolsou R$ 25 para bancar os custos do traslado. Esse valor foi entregue a uma mulher com a lista de nomes dos cotistas. Outra servidora, de nome Márcia, também ajudou a coordenar a ação.

Em outros ministérios, também havia comitivas preparadas no mesmo esquema: com material de campanha, dinheiro na mão e disposição para agregar mais pessoas. Pelo menos quatro vans seguiram caminho pelo Eixo Monumental por volta das 18h30.

Equipe de segurança da Presidência da República utilizou seis veículos

Presidência
Em Ceilândia, o comício contou com esquema de segurança próprio dos eventos organizados pela Presidência da República. O aparato foi desmontado somente após a confirmação do cancelamento da participação da presidente Dilma Rousseff no evento. Foram mobilizados três ônibus e três carros de passeio. A área da festa foi dividida em espaços para a imprensa, militantes e convidados VIPs. Os organizadores usaram detectores de metais e distribuíram bottons de identificação para os diferentes públicos.
Por ALMIRO MARCOS, KELLY ALMEIDA e GRASIELLE CASTRO

Fonte: Edson Sombra

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set 25

MARINA E SUAS CIRCUNSTÂNCIAS:UM LONGO CAMINHO PARA SE TORNAR CONFIÁVEL

rina-silva-no-bom-dia-brasilVamos definir uma coisa: nenhum candidato a presidente é de São Paulo, e por isso a grande potência econômica do país está extremamente mau humorada. Sua bolsa, tensa. Seu mercado de dólar, enlouquecido.
Por isso, Marina Silva, do Acre, abala São Paulo por estar empatada com Dilma Rousseff, que também não é de São Paulo. Nem Aécio Neves.
Por isso, vimos hoje uma Marina Silva cansada de se explicar: cansada fisicamente, mostrando olheiras mal encobertas pela maquiagem, tentando ser racional e lógica.
Mas o processo infelizmente é ilógico. Ainda por cima estamos cansados de ouvir os candidatos. Quanto mais eles falam, mais a nossa indefinição aumenta. Amplia-se o bloco dos que ja tiveram candidato e passaram a não ter mais.
Marina demonstrou hoje que procura um meio termo para ser entendida, de ser aceita no grande salão de São Paulo, mas é um a luta atroz. Ainda não encontrou.
A candidata, porém está fatigada, quase sem voz. Vai chegar ao final da corrida como aqueles concorrente da maratona que chegam esfalfadas quando cruzam a faixa final.
Temos que ouvir comparações entre os governos do PT e de FHC. Estamos todos ávidos pela chegada da hora, se mais palavras, sem mais promessas.
Até que Marina tenta justificar seus recuos programáticos como no caso do agronegócio, a exemplo da convivência entre ecologia e economia.”Vai dar conflito” – grita um entrevistador, ela não cede. Explica calmamente, com sua postura de sóror. “As duas coisas são perfeitamente possíveis de coexistir” – professa a ambientalista. “É um falso dilema”, completa.
Vamos ver se todos os conflitos de interesse no Brasil são também falsos dilemas, com solução previsível através de boas intenções, como no caso dos transgênicos na agricultura.
Defende-se de velhos clichês atirados contra suas atitudes anteriores como ministra do Meio Ambiente, como as licenças ambientais demoradas e draconianas.
Defende-se sempre. Sua vida é uma defesa. Nunca ataca porque é uma pessoa que veio ao mundo para procurar um lugar pelo verbo,não pela verba.
Apertam o cerco na economia, que parece ser seu ponto fraco. Ansiedade de saber o que a cândida irá fazer imediatamente após a posse para que o país volte a ter crescimento econômico e recuperar os investimentos.
Nesse ponto, Marina cresce, quando fala em “capital intangível” que é a confiança. “Não vamos inventar a roda”, afirma.
Continua a crescer na entrevista quando fala em política pura – a “nova política” – no fim da reeleição. Discorda de sua suposta fragilidade e explica as lágrimas vertidas por Lula. Sabe contornar perguntas difíceis, levando-as para respostas emotivas. Marina é emoção pura. É uma sobrevivente. Heroicamente, está ganhando de Dilma em São Paulo.
Mas ser presidente não é somente isso. Daí ela ter que encontrar suas verdadeiras circunstâncias. Por enquanto, está apenas se defendendo procurando se justificar nesse estranho mundo.

Fonte: Carta Polis

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set 24

Brasil abre hoje Assembleia Geral da ONU em Nova York

Presidenta faz discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU - Arquivo/Agência Brasil

Presidenta faz discurso de abertura da Assembleia Geral da ONU – Arquivo/Agência Brasil

Seguindo a tradição iniciada em 1947 por Oswaldo Aranha, de o primeiro orador na Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) ser um brasileiro, a presidenta Dilma Rousseff fará hoje (24) o discurso de abertura da 69ª Sessão da Assembleia Geral da ONU, em Nova York. Ontem, ao comentar os ataques aéreos dos Estados Unidos na Síria, para combater o grupo extremista Estado Islâmico, que deve ser o principal assunto nos discursos dos líderes de grandes potências, Dilma disse que lamenta “enormemente” o conflito, e deixará “muito clara” em seu discurso a posição brasileira sobre o assunto, relacionado também à “paralisia” do Conselho de Segurança da ONU.

A expectativa é que Dilma aborde alguns temas surgidos nos últimos 12 meses, desde seu discurso anterior na 68ª sessão, quando propôs o estabelecimento de marco civil multilateral para a governança e o uso da internet na proteção de dados, como consequência da espionagem do governo dos Estados Unidos a cidadãos, governos e empresas. De lá para cá, explodiu a crise na Ucrânia e a ascensão do grupo extremista Estado Islâmico na Síria e no Iraque. Nesse período, o conflito Israel-Palestina também teve um de seus períodos mais fortes, o único dos três em que a diplomacia brasileira se posicionou de forma clara e firme.

A presidenta deve reforçar em seu discurso a posição histórica brasileira de oposição a sanções de qualquer natureza, diferentemente da de alguns países, principalmente após o ataque de 11 de setembro de 2001, que consideram que contra o terrorismo vale qualquer ação, ainda que o termo possa ser tratado de forma subjetiva. O caso em evidência atualmente é o do Estado Islâmico, grupo contra o qual os Estados Unidos e a França estão fazendo ataques aéreos. Na última segunda-feira (22), mesmo dia em que chegou a Nova York, Dilma disse que todos os grandes conflitos que se armaram tiveram como consequência a perda de vidas humanas dos dois lados.

“Agressões sem sustentação aparentemente podem dar ganhos imediatos. Depois, causam enormes prejuízos e turbulências. É o caso, por exemplo, do Iraque. Está lá aprovadinho. Na Líbia, a consequência no Sahel. A mesma coisa na Faixa de Gaza”, disse Dilma. “Nós repudiamos sempre o morticínio e a agressão dos dois lados, e não acreditamos que seja eficaz. O Brasil é contra todas as agressões. Acha, inclusive, que o Conselho de Segurança da ONU tem que ter representatividade para impedir essa paralisia diante do aumento dos conflitos em todas as regiões do mundo”, acrescentou.

A defesa da reforma do Conselho de Segurança da ONU, inclusive, é uma das principais bandeiras da política externa brasileira e certamente estará no discurso presidencial. No ano passado, Dilma lembrou que o ano de 2015 marcará o 70º aniversário das Nações Unidas, data propícia, segundo ela, “para realizar a reforma urgente” e evitar uma “derrota coletiva”, caso se chegue ao próximo ano “sem um Conselho de Segurança capaz de exercer plenamente suas responsabilidades no mundo de hoje”.

De acordo com a posição brasileira, o Conselho de Segurança – composto atualmente por apenas cinco membros permanentes (Estados Unidos, Reino Unido, França, Rússia e China) e com poder de veto – necessita, para ter legitimidade, ser dotado de mais vozes, com a ampliação do número de membros permanentes e não permanentes (atualmente dez, com mandatos de dois anos), dando mais representatividade a países em desenvolvimento.

Também hoje, após a 69ª Assembleia Geral, o Conselho de Segurança se reunirá para tratar especificamente do Estado Islâmico. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, que presidirá a reunião, quer que os países-membros aprovem uma resolução obrigando-os a criar leis para impedir que seus cidadãos se unam ao grupo extremista, que conta com “voluntários” de diferentes nacionalidades.

*Colaborou Leandra Felipe, de Atlanta (EUA)

Fonte: Agência Brasil

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set 24

Eleições 2014: … E A ESPERTEZA COMEU O ESPERTO…

screenshot-g1.globo_.com-2014-09-23-10-22-05Em Minas diz-se que quando a esperteza é demasiada pode engolir o espeto. Se a esperteza é a medida para definir um político mineiro, Aécio Neves, hoje, no Bom Dia Brasil, mostrou que o esperto prevaleceu sobre a esperteza. Não investiu contra Marina Silva uma só frase no programa. Lógico: o segundo turno é a meta de ambos para enfrentar Dilma.
Aécio cresce nas pesquisas e pode ainda nesses dez dias superar sua concorrente. Portanto, nada melhor do que mantê-la por perto, sem agredi-ala pois Marina poderá apoiá-lo num eventual segundo turno contra a presidente
O alvo foi Dilma, até com bastante assertividade, sem ser grosseiro. Aécio não sabe ser grosseiro. Mas hoje foi mais enfático do que tem siso, ao condenar as atitudes e o comportamento da presidente na economia e na gestão da Petrobras, sobretudo nesses campos.
Foi particularmente severo na condenação ao modo de administrar a Petrobras Só não foi claro quando interpelado sobre se voltaria atrás no regime da partilha, se eleito presidente. Os tucanos preferem a concessão, que, segundo ele, atraiu dezenas de empresas petrolíferas mundiais para efetivarem investimentos em nossos campos.
Com a partilha, dos trezentos bilhões de dólares de investimentos na cesta do petróleo nos últimos anos nenhum centavo aportou no Brasil. E o leilão do pré-sal teve a participação de um único consórcio, e ainda assim, associado à Petrobras.

Fonte: Carta Polis

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set 23

QUANDO SE A ATACA ELA SE DEFENDE – VEJAM QUE MULHER PETULANTE!

Dilma-Bom-dia-BrasilEm francês há um ditado que diz: “Ce chien est très méchant;quand on l’attaque il se défend!” Tradução: esse cão é muito malvado, quando se ataca, ele se defende!”
Aplicado ao Brasil de hoje, termos que a candidata Dilma Rousseff passa seus dias se defendendo de todas as ilações possíveis e imaginárias: sabia da existência do assalto programado por uma quadrilha à Petrobras; foi parte na nomeação do funcionário de carreira Paulo Roberto Costa a diretor da estatal; foi cúmplice da compra da refinaria de Pasadena como presidente do Conselho de Administração da Petrobras.
E soube de muito mais. Soube de tudo, participou de tudo, foi cúmplice de tudo – essa, a visão oposicionista da coisa.
Ora, diante de todas as denúncias apresentadas pela imprensa brasileira nos últimos três anos e meio do governo Dilma – as quais são incontáveis – é improvável de que a presidente tenha aido a orquestradora de todos os malfeitos que lhe são apontados.
Ou, mesmo que não fosse o cérebro maquinador, sabedora de que no seu governo, em algum momento, em algum departamento de alguma estatal ou ministério está sendo aplicado um golpe quadrilheiro contra o erário público
Seria isso possível quando ela ainda tem que governar o país, viajar para representá-lo em reuniões internacionais,conceder audiências e despachos a ministros, ler e estudar documentos?
Não é crível que à presidente da República seja imputado todo um conjunto de responsabilidades com o sangradouro ético e moral que é a corrupção instalada no estado brasileiro-governos federal, estaduais e municipais.
Seria bom para a oposição que ela fosse a grande culpada, mas não é.Dilma é vitima de um sistema do qual procurou excluir-se um dia, quando demitiu sete ministros por corrupção (e mais um não por corrupção), mas teve que voltar atrás no mesmo passo, premido pelo estado que não favorecia exatamente a “faxina”.
Nem assim, com essa impossibilidade ditada pela lei da física de estar presente em todos os danos cometidos contra o bem público, Dilma é absolvida.Tem instrumentos para, mesmo premida por forças externas,vindas sobretudo do PT, protagonizar uma revolta interna de costumes e práticas pela qual peia enaltecida pela sociedade como um todo e não apenas pelos grotões do interior por gratidão ao Bolsa Família.

Fonte: Carta Polis

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set 22

Marina promete não disputar novo mandato se for eleita

Marina-Silva-14-08

Marina Silva (PSB)

A candidata do PSB à Presidência da República, Marina Silva, afirmou hoje (22) que, se eleita, vai cumprir o mandato de quatro anos e não tentará a reeleição. Ao participar de uma sabatina com integrantes da Associação Nacional de Educação Católica, em Brasília, a candidata criticou o processo de recondução aos cargos do Executivo que, segundo ela, é “um atraso para o país”. A ex senadora se comprometeu a defender uma reforma política que mude essa regra já para as próximas eleições.

“Estou antecipando que só terei quatro anos de mandato porque vamos apresentar o projeto de reforma política aumentando [o mandato] de quatro para cinco anos”, disse ela, explicando que a mudança só valerá para o governo seguinte e incluirá o fim da reeleição. “O problema da reeleição é esse de criar uma confusão entre o uso institucional para o exercício da função e o uso dos meios e equipamentos que são do Estado para campanha. Essa é uma ambiguidade que será resolvida com o fim da reeleição”, afirmou.

No encontro, Marina destacou pontos de seu programa de governo e reiterou compromissos como o de melhorias na área de educação e implementação do ensino em tempo integral nas escolas. A candidata descartou rumores de que não dará sequência a programas sociais, como o Bolsa Família. “Estão dizendo aí que eu vou acabar com tudo e ainda vou acabar com o resto”, disse em tom irônico, provocando risos da plateia.

“Contra o marketing selvagem não vale argumento, só discernimento. Peço o discernimento do povo brasileiro porque não dá para acreditar que uma pessoa possa acabar com pré-sal, Fies [Fundo de Financiamento Estudantil], Pronatec [Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego], Bolsa Família, a transposição do São Francisco, o décimo terceiro, as férias, privatizar a Petrobras, a Caixa Econômica e o Banco do Brasil. Se uma pessoa pode fazer isso é porque temos um país que é papel. Isso fere o bom senso e a inteligência dos brasileiros”, completou.

Marina Silva reforçou que vai aperfeiçoar programas que estão dando certo, mas precisam entrar em uma “terceira geração”. “Precisamos dar um terceiro passo e criar programas de terceira geração, que vão trabalhar com uma cesta de oportunidades com agentes de desenvolvimento social para que as famílias que estão cadastradas no Bolsa Família possam ter uma ação customizada para sair da situação de vulnerabilidade, juntando oportunidades disponíveis”, explicou a candidata. Ela ressaltou que, muitas vezes, a pessoa já tem um filho formado, mas falta a profissionalização. “O Estado pode ajudar essa família.”

A ex-senadora minimizou possíveis problemas que poderá enfrentar, caso seja eleita, para aprovar projetos prioritários sem uma base parlamentar forte no Congresso Nacional. Marina ressaltou que, mesmo com a maior bancada no Legislativo, o atual governo admite esse tipo de dificuldade. Para ela, esse é um problema tem de ser contornado com uma mudança na lógica de governar o país e com uma aliança entre todos os partidos.

“O que estamos propondo é não nos conformamos com essa forma e estabelecer uma governabilidade programática. Vamos governar com os melhores de todos os partidos. Eu sonho com uma governabilidade em que as pessoas escaladas pelo PSDB sejam comprometidas com a estabilidade econômica, as escaladas pelo PT, comprometidas em manter e aperfeiçoar a inclusão social, as escaladas pelo PSB, comprometidas em renovar a política e as escaladas pela Rede [partido fundado por Marina, ainda sem registro definitivo na Justiça Eleitoral], comprometidas com a sustentabilidade”, explicou.

Marina também comentou denúncias envolvendo a Petrobras e o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para a ex-senadora, a credibilidade da estatal e do instituto acaba sendo prejudicada por um erro de gestão. “Lamento que indicações políticas que muitas vezes não obedecem a critérios técnicos dentro das agências, dentro da Petrobras, dentro do IBGE, possam causar esse prejuízo.” Para ela, todos esses problemas não devem ser tratados como se fossem banais. “Devem ser tratados com o nível de preocupação que o problema requer. Nosso compromisso é que esses cargos serão preenchidos por critérios técnicos e critérios éticos”, afirmou.

Antes da sabatina, Marina encontrou-se com ciclistas e assinou uma carta apresentada pelo grupo comprometendo-se com políticas de melhoria para o transporte não motorizado.

Fonte: Agência Brasil

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set 22

Rollemberg: “Atira” no que viu e acerta no “Povo”

1411228838O Senador Rodrigo Rollemberg pode entrar para história, como o primeiro candidato à governador, que antes mesmo de eventualmente ser eleito, conseguiu interferir de forma decisiva no dia a dia dos cidadãos, ao paralisar todos os serviços por meio eletrônico oferecidos pelo GDF.

A coligação Somos Todos Brasília, composta pelo PSB, SDD, PSD e PDT, ingressou com representação do Tribunal Regional Eleitoral, que foi acatada, liminarmente, pelo Desembargador James Eduardo de Oliveira, sob o argumento de que os sites do GDF estariam divulgando ações de governo, beneficiando, portanto, a candidatura a reeleição do atual governador Agnelo Queiroz…

O dedo acusador da coligação “Somos Todos Brasília”, provocou, de imediato, um verdadeiro apagão na prestação de serviços à população. Todos os serviços on-line, desde uma simples consulta de endereços das mais variadas repartições públicas, até emissão de certidões para cidadãos e empresas, estão inacessíveis desde a última sexta-feira, 19.

Em que pese que a instrução legal que norteia o processo eleitoral, venha apontar limites quanto ao uso da estrutura da administração em favor de governantes que concorrem à reeleição, sempre será muito difícil visualizar a linha que separa o uso do abuso da máquina pública em favor do postulante a reeleição.

Entretanto, neste caso específico, é inequívoco que a maior prejudicada no momento é a sociedade do Distrito Federal, na medida em que se encontra proibida de usar e abusar das facilidades da era digital.

Estará Rodrigo dando uma de Arruda? Lutando para chegar ao poder a qualquer custo.

Fonte: Edson Sombra

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set 22

MARINA É A REFERÊNCIA DESSA ELEIÇÃO, GOSTEMOS DELA OU NÃO

marina-silva-candidata-psbMarina Silva é a referência dessa eleição. Muitos confundem-na como candidata, mas é uma referência, gostemos dela ou não.
Ela é um novo paradigma proposto pelas mudanças de percepção da sociedade do que é política e do que deve ser um político.
Se a maioria do eleitorado derrotá-la, cuidado com a apologia desta vitória, uma vez que a instalação entre nós da mensagem de Marina pode estar sendo apenas adiada por 4 anos.(Lula, que era a referência naquela época, perdeu três eleições sucessivas; porque Marina não poderá perder duas ou três também?)
Se perder, o êxito do outro lado não deve ser interpretado como vitória do conservadorismo contra a aventura, da tábua de segurança (imagem portada por Dilma Rousseff ) contra o medo, do equilíbrio mediterrâneo (confundido com Aécio Neves ) contra a incerteza. Devemos analisar mais profundamente a referência Marina como aliás toda referência merece.
Nesse caso de derrota de Marina, o eleitor pedirá apenas mais tempo para amadurecer o processo que toma conta do subterrâneo da nação: o desejo de profundas mudanças, não as capilares.
Mesmo porque o eleitorado de 14O milhões de brasileiros se torna cada vez mais renovado. Nessa eleição, um quociente inédito de jovens comparecerá às urnas pela primeira vez.
O voto jovem decidirá essa eleição, e não os dos grotões mais pobres, afastados e de menos população do país – a grande esperança do PT.
Essa será, graças à Internet, a primeira eleição que grotão – mesmo aquele alimentado somente pela bolsa-família – será um reduto de participação no debate dos grandes temas nacionais como se fosse um bairro da maior cidade do país.
Marina não deve ser expelida do processo e execrada porque nos faz cogitar que o novo chegou, mesmo que não desta vez. O novo está às portas, e esta já é uma ótima noticia.

Fonte: Carta Polis

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set 20

DILMA ENCAIXOU DISCURSO, MARINA EVITA CAIR MAIS, AÉCIO RECUPERA TEMPO PERDIDO

A semana teve movimentos não propriamente sísmicos na campanha eleitoral para presidente.

pesquisa-marina-problema-para-aecio-nevesNas duas pesquisas – Datafolha e Ibope – os três principais candidatos encontraram seus nichos e pareceram combinar que não querem mais arriscar nada até 5 de outubro.A visão das perdas é superior à estimativa dos ganhos.
O segundo turno é o aprisco desejado por todos. O impressionante é que nenhum dos três pode garantir hoje que esteja fora ou dentro, o que torna a disputa emocionante nessa reta final.
A recente subida de Aécio Neves nas pesquisas – mais no Ibope, menos no Datafolha – revela um novo dado para inquietar os comandantes na campanha de Dilma Rousseff Marina Siva. O senador mineiro, todavia, terá reagido tarde demais, uma vez que dificilmente terá tempo para recuperar o tempo perdido de um marketing de campanha frouxo e sem foco.
Aécio é na verdade o candidato a ficar fora do segundo turno. Luta em três flancos: 1) para si mesmo,disputando a presidência; 2) para eleger Pimenta da Veiga governador de Minas; 3) para derrotar Dilma ou Marina em Minas. Atualmente, perde nas três situações.
Dilma, ao que demonstra,soube encontrar um discurso e este é de ferro em brasa contra Marina, ajudada pelo ex-presidente Lula, que empenha toda sua emoção para impedir a derrocada do PT.
Marina, por sua vez, encontrou seu patamar de sustentação (não ainda de sustentabilidade), ao se aprumar numa faixa das intenções de votos que nem é fogo morro acima nem é água morro abaixo.
É uma estação perigosa para Marina uma vez que não se sabe o que trarão as próximas pesquisas (só faltam duas semanas) com a vertigem que vem com a sensação das alturas.

Fonte: Carta Polis

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set 19

O DIA EM QUE JÂNIO SENTOU-SE NUM BAR, BEBEU E DISSE QUE TINHA SIDO PRESIDENTE E NINGUÉM ACREDITOU

SWING1Jânio Quadros voltou recentemente ao noticiário na campanha eleitoral como sinônimo de presidente que confrontou o Congresso Nacional,e por isto caiu. Sem forças e apoio teve que renunciar.
Muitas histórias ainda se contarão a respeito de Jânio, meio gênio, meio louco,mas sem dúvida um dos políticos mais populares que o país já teve. Acrescente-se a ele uma boa carga de sagacidade e esperteza também.
Hélio Bloch, genial marqueteiro politico, jornalista e diretor do departamento político da MPM Propaganda nos anos 8O, já falecido, era imitador inveterado de Jânio (como de José Maria Alckmin). Fazia ambas com perfeição.
Sobre Jânio, a quem conhecia intimamente, Helinho Bloch contava uma historieta que tinha a ver com o gosto do ex-presidente pela bebida – do malte escocês à pinga.
– “Um dia – pressagiava Helinho – um freguês de um botequim da Vila Maria, subúrbio de São Paulo, daqueles verdadeiros pés-sujos,encontrou um senhor sentado sozinho numa mesa,diante de um copinho de pinga, com cabelos desgrenhados e vestido com um terno poído, cheio de caspa, e visivelmente embriagado, dizendo em palavras rotas ao desconhecido:
-”Um dia eu fui presidente da República”.
Ninguém acreditou.
A cena não existiu porque Jânio da Silva Quadros morreu antes.

Fonte: Carta Polis

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set 19

IBOPE: ROLLEMBERG AMPLIA, JOFRAN E AGNELO DISPUTAM VOTOS PARA ENFRENTÁ-LO NO SEGUNDO TURNO

rodrO candidato do PSB ao governo do Distrito Federal lidera as intenções de voto com 28%, seguido por Agnelo Queiroz (PT) e Jofran Frejat (PR), que têm 21% cada um. Em quarto lugar, aparece o candidato Luiz Pitiman (PSDB) com 5% da preferência. Os dados fazem parte de pesquisa Ibope divulgada nesta quarta-feira (18).
O candidato Toninho do PSOL tem 3% das intenções de voto, e Perci Marrara (PCO) tem 1%. Os votos brancos e nulos são 12% do total, e os eleitores indecisos são 10%.
Esta é a primeira pesquisa sem José Roberto Arruda (PR), que desistiu de concorrer ao governo do DF por causa de condenações no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e no STJ (Superior Tribunal de Justiça) em decorrência na Lei da Ficha Limpa.
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No lugar de Arruda, entrou Jofran Frejat que marou 16 pontos percentuais a menos em comparação com Arruda que liderava a última pesquisa com 37% das intenções de voto.
Encomendada pela TV Globo, a pesquisa ouviu 1.204 pessoas espalhadas por todo Distrito Federal entre os dias 16 e 17 de setembro. Esta é a terceira pesquisa Ibope divulgada após o registro das seis candidaturas a governador no TSE, no dia 5 de julho. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%.
A pesquisa está registrada no TSE com o número BR-00672/2014 e no TRE (Tribunal Regional Eleitoral) com o número DF-00043/2014.
Segundo turno
O Ibope também ouviu os entrevistados para traçar três cenários de um possível segundo turno no DF.
Se a disputa for entre Jofran Frejat e Agnelo, o candidato do PR venceria com 43% dos votos. Segundo a pesquisa, o atual governador do DF conseguiria 29%. Os votos brancos ou nulos somam 18%, e outros 10% não souberam responder a pesquisa.
No segundo cenário, entre Frejat e Rollemberg, o candidato do PR teria 29% das intenções de voto e seria derrotado. O candidato do PSB ficaria com 45% e venceria a disputa. Os brancos ou nulos são 16%, e os eleitores indecisos são 9%.
Por fim, se a disputa for entre Agnelo e Rolleberg, o atual governador perderia novamente. Ele conseguiria 24% dos votos, enquanto Rollemberg ficaria com 53%. Os eleitores que votariam branco ou nulo somam 15%, e outros 8% não souberam responder a pesquisa.

Fonte: Carta Polis

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set 19

AÉCIO PEDE PASSAGEM PARA SEGUNDO TURNO MAS TERÁ QUE TIRAR DILMA

aecio11A pesquisa do Ibope deu uma nova guinada na eleição presidencial, e a novidade foi a avenida que abre para Aécio Neves migrar de seu terceiro lugar para concorrer à passagem ao segundo turno. E se um dos três tiver que sair, será Dilma Rousseff.
A queda de Dilma Rousseff com quatro pontos a menos revela que ela é a mais vulnerável à progressão da descida, portanto, tornando-se séria candidata a dar seu lugar a Aécio no segundo turno.
Acresce às dificuldades da presidente o fato de que tem a maior rejeição, e que a aprovação de se governo – nos níveis bom e ótimo – caiu um ponto em relação à pesquisa anterior.
Marina Silva alcançou dois patamares importantes: estabilizou-se na corrida e só perdeu um ponto, o que é insignificante, além de deter a menor rejeição entre os três.
O que é relevante analisar na posição de Marina é que manteve se estável, mesmo diante da maior saraivada de ataques para sua desconstrução, pelo PT, Dilma e também Aécio. Como resistiu impavidamente é sinal de que se manterá resistindo. A campanha contra ela não pegou.
Para Aécio, manter a expectativa de competir no segundo turno precisa demonstrar regularidade nessas próximas duas semanas, ou seja, subir cinco pontos a cada e esperar que Dilma caia progressivamente na mesma proporção.
Ajuda-o ainda ter uma rejeição moderada e a constatação de que suas propostas se tornam cada vez mais conhecidas da população por ter o segundo maior tempo de televisão. O candidato tucano igualmente melhorou sua performance, mudando vícios de linguagem e postura.
Se acontecer será uma façanha, pois Aécio não está revelando força eleitoral para eleger seu candidato Pimenta da Veiga, em Minas,que perde por dois dígitos de diferença para Fernando Pimentel, segundo o Ibope. Como desejar ser eleito presidente em segundo turno se perde em sua própria terra?

Fonte: Carta Polis

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set 19

SERRA TERIA ESTADO COM DILMA PARA NEGOCIAR APOIO DO PSDB NUM EVENTUAL SEGUNDO TURNO CONTRA MARINA

jose-serraPoderá rebentar como uma bomba na campanha tucana para presidente mas fatos são fatos. José Serra, candidato a senador Jose Serra já teria estado com a presidente Dilma Rousseff no Palácio da Alvorada por por três vezes, negociando o apoio tucano num eventual segundo turno em que a presidente tiver Marina Silva como adversária Marina Silva.
E mais: o próprio Serra – que lidera as pesquisas para senador – por conta desse acordo poderá vir a ser o futuro ministro da Saúde de um eventual segundo governo Dilma.
Serra já esteve na Saúde durante o governo FHC e foi considerado o melhor ministro da pasta que o país já teve.
E não para por aí o propalado acordo. Um segundo ministério poderá ser entregue ao PSDB. Será o de Relações Exteriores, que iria de novo para o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.
O governador Geraldo Alckmin seria o maior incentivador desse “acordo”, ele, em cuja publicidade de campanha aparece o voto “Dilmaraldo”.
Não se conhece a posição pessoal do candidato Aécio Neves.
Podem desmentir à vontade. A fonte é muito boa.

Fonte: Carta Polis

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