Arquivo por categoria: SAÚDE

nov 25

Brasil vai produzir medicamento inovador contra tuberculose

Risco  de  contrair  tuberculose  é  44  vezes  maior para moradores de rua  Tânia Règo - Agência BrasilO Instituto de Tecnologia em Fármacos, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), obteve hoje (24) o registro de novo medicamento contra a tuberculose, o 4 em 1, que reúne quatro princípios ativos em um só comprimido. O deferimento foi dado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). De acordo com a Fiocruz, somente no ano passado, o Brasil registrou 71.123 novos casos da doença.

Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), essa formulação em dose fixa combinada é a mais eficaz no combate à tuberculose. O medicamento permite melhor adesão e redução das taxas de abandono do tratamento, que é demorado. Os princípios são: rifampicina, isoniazida, pirazinamida e etambutol.

A fabricação do 4 em 1 por Farmanguinhos é fruto de parceria feita em 2010 com o laboratório indiano Lupin. De acordo com a gerente do projeto na Coordenação de Desenvolvimento Tecnológico da Farmanguinhos, Gisele Moreira, ao longo de três anos, o instituto receberá gradualmente a tecnologia para a produção no Complexo Tecnológico de Medicamentos (CTM), no Rio de Janeiro.

“De acordo com o cronograma, a produção em Farmanguinhos deve começar em 2017”, informou Gisele. Nesse período inicial, o laboratório indiano se compromete a abastecer o Sistema Único de Saúde (SUS) com o medicamento.

Segundo o Ministério da Saúde (MS), anualmente, o Brasil gasta cerca de R$ 11 milhões em ações contra a tuberculose. Com o 4 em 1, a Farmanguinhos ampliará para quatro a linha de medicamentos para tratamento da doença, já que produz também a etionamida, a isoniazida e a isoniazida + rifampicina.

A tuberculose é uma doença infecciosa e transmissível, que afeta principalmente os pulmões. São notificados anualmente cerca de 6 milhões de novos casos em todo o mundo. Embora curável em praticamente 100% das novas ocorrências, a doença mata mais de 1 milhão de pessoas por ano, informa a Organização Mundial da Saúde. A tuberculose matou mais de 4,4 mil brasileiros em 2012.

Entre os mais vulneráveis à doença estão os moradores de rua, cujo risco de infecção é 44 vezes maior do que o da população geral. Em seguida, vêm as pessoas com HIV/aids, cujo risco é 35 vezes maior, a população carcerária, com 28 vezes mais risco, e os indígenas, com risco três vezes maior.

Por: Flavia Villela – Repórter da Agência Brasil Edição: Nádia Franco
Fonte: Agência Brasil

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nov 20

Secretaria de Saúde oferece oficina sobre planta medicinal

Maria Milagrosa é utilizada para dores musculares e dos tendões

51a7d9d3d1604e8940f6075646e0e0ec_XSO Centro de Referência em Práticas Integrativas em Saúde (Cerpis), em parceria com o Núcleo de Farmácia Viva da Secretaria de Saúde, realizou, nesta quinta-feira (20), a oficina sobre a planta medicinal Maria Milagrosa ou Erva Baleeira, para dores associadas a músculos e tendões.

Segundo o coordenador do Cerpis, Marcos Freire, a oficina explicou os benefícios da planta e o seu uso no tratamento tópico de dores associadas a músculos e tendões (osteoartrite, tendinite, entorses, traumas).

A Maria Milagrosa é um arbusto perene e pode alcançar até 2 metros de altura. É nativa da Mata Atlântica e bem adaptada à região Centro-Oeste. Foram distribuídas mudas da planta para o cultivo em unidades de saúde, escolas e domicílios.

Um folheto informativo foi entregue com a ficha completa da planta contendo informações sobre os seus aspectos botânicos e organolépticos de reconhecimento popular, parte usada, forma de preparo da compressa, indicações etc.

A oficina foi baseada nos princípios da Educação Popular em Saúde e esteve voltada para os servidores da Atenção Primária e à população.

Para a dona de casa Maria Coelho as oficinas que o Cerpis realiza durante o ano são esclarecedoras. “É uma terapia participar, e ajuda muito no meu tratamento”, afirmou.

Fonte: Agência Brasília

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nov 19

Sáude: Pacientes de hepatite C poderão contar com novo tratamento no SUS

Ministério da Saúde mantém entendimentos com laboratórios para oferecer novos produtos no Sistema Único de SaúdeMarcello Casal Jr./Agência BrasilOs pacientes infectados com o vírus da hepatite C vão contar, a partir do ano que vem, com um tratamento que inclui três tipos de medicamentos e tem atingido a taxa de erradicação de 80% a 90% dos casos da doença.

O hepatologista e presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia, Edison Parise, adiantou àAgência Brasil que o Sofosbuvir, o Daclatasvir e o Simeprevir estão em processo de análise para homologação pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. A homologação deve ocorrer até o fim do ano, para que os medicamentos sejam usados pelos pacientes nos primeiros meses de 2015, em períodos de 12 semanas.

O custo dos remédios é elevado e nos Estados Unidos chega a atingir US$ 120 mil para 12 semanas de tratamento. É por isso que o Ministério da Saúde está em entendimento com laboratórios para fazer a compra em valores mais baixos, a fim de que sejam
oferecidos no Sistema Único de Saúde (SUS). O chefe do Ambulatório de Hepatites do Hospital de Clínicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e membro do Comitê Assessor do Programa de Hepatites do Ministério da Saúde, Raymundo Paraná, disse que sem essa negociação seria inviável ao SUS garantir a oferta dos produtos. “O SUS não suportaria, de uma hora para outra, que remédios que têm custo de US$ 120 mil nos Estados Unidos fossem universalmente disponibilizados em país como o nosso, que tem limitação orçamentária”, explicou.

Os medicamentos já foram aplicados nos Estados Unidos e na Europa e segundo Edison Parise, neste mês, em um congresso de especialistas em Boston, houve demonstração dos resultados em mais de mil pacientes, que comprovam a eficácia do tratamento. “Esses medicamentos começaram a ser usados há mais ou menos um ano nos Estados Unidos e agora, no Congresso, foram mostrados dados sobre o uso deles. Enquanto os estudos iniciais incluíam poucos pacientes, os dados agora trazem um número muito grande de pessoas tratadas e confirmam os mesmos índices de cura, em torno de 80% a 90%, dos pacientes, com qualidade de tratamento melhor e menos sofrimento”, acrescentou.

Os pacientes transplantados ou que estão aguardando a cirurgia também podem ser beneficiados, porque com os novos medicamentos, o tratamento pode seguir. “Tratada, a doença hepática pode regredir ou eles podem ir ao transplante em condição muito melhor”, destacou Paraná.

O tratamento da hepatite C no Brasil durava 48 semanas, com inúmeros efeitos colaterais e taxa de resposta em torno de 50%. Com a evolução dos remédios, esse número avançou nos últimos anos e a taxa atingiu 70%, mas ainda apresentava efeitos colaterais, que afastavam os pacientes do tratamento. O infectologista responsável pelo Ambulatório de HIV e Hepatites Virais da Disciplina de Infectologia da Universidade Federal de São Paulo, Paulo Abrão Ferreira, informou que agora, com os produtos que serão ministrados, será possível evitar o uso da proteína sintética interferon. Para ele, isso representa uma revolução no tratamento da doença no país. “É uma revolução porque agora a gente não precisa mais de interferon e não haverá efeitos colaterais”, disse.

Os médicos avaliam que o tempo mais curto de tratamento vai aumentar o número de atendimentos. “Nos Estados Unidos, está sendo tratado em uma semana o que se tratava em meses com o procedimento anterior. Com isso, o Brasil pode quadruplicar a capacidade de tratamento, simplesmente pelo tempo mais curto e pelo número menor de efeitos colaterais” disse Parise.

No Brasil, a hepatite C atinge 2 milhões de pessoas e no mundo chega a 170 milhões, mas se o tratamento for aplicado na integridade, o paciente pode conseguir a cura. “É uma doença curável. Tratou, eliminou o vírus, ela não volta mais”, completou Paraná.

Por:Cristina Indio do Brasil – Repórter da Agência Brasil Edição: Graça Adjuto
Fonte: Agência Brasil

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nov 18

Saúde: Anvisa estuda reclassificar canabidiol como medicamento, diz presidente

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Imagem Internet

O presidente substitudo da  Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), Ivo Bucaresky, disse que a agência estuda reclassificar o canabidiol como medicamento. Ele explicou que levantamentos de estudos científicos feitos pela Anvisa mostram que “não há evidência na literatura [científica] que ele causa dependência ou que deixe as pessoas ‘doidonas’”, disse. O canabidiol é uma substância, presente na folha da maconha (Cannabis sativa), que é usada para tratamento de doenças neurológicas, câncer, mal de Parkinson, entre outras.

“Por ser um derivado da cannabis, o canadibiol estava incluso na Lista E, que é a lista de plantas que podem originar substâncias entorpecentes e psicotrópicas, e na Lista F, que são susbtâncias de uso proscrito no Brasil, de entorpecentes e psicotrópicos”, disse Bucaresky. Caso seja reclassificado, ele vai para a “Lista C1, que é uma lista de [remédios] controlados que envolve uma série de medicamentos, sejam medicamentos de grande grau de risco e, por isso, têm que ter controle, sejam medicamentos novos, que têm que ir testando”. Segundo o Bucaresky, a reclassificação promete facilitar a importação da substância por pessoas jurídicas e para pesquisas científicas.

Desde abril deste ano, a Anvisa recebeu mais de 200 pedidos para importação do canabidiol.  Segundo Bucaresky, dos pedidos, 184 foram liberados e os demais aguardam análise. Bucaresky falou hoje (18) em audiência pública na Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados. Ainda segundo ele, o deferimento dos pedidos está ocorrendo em até nove dias.

Durante a audiência, pesquisadores defenderam o uso medicinal da substância. A legislação brasileira considera ilegal a importação do canabidiol, mas, recentemente, após uma família ter obtido na Justiça o direito de importar a substância, a Anvisa passou a liberar a importação após análise caso a caso.

Pais de Anny, Katiele e Noberto Fisher, ficaram conhecidos no país, após a Justiça conceder, em abril, a autorização para a importação do canabidiol. A criança, com 5 anos, sofre de uma rara doença chamada síndrome de Rett CDKL5, que chegou a causar cerca 60 crises convulsivas em um único dia.

“Ela foi um bebê superplanejado, nós planejamos essa gravidez desde que nasceu a nossa primeira filha. Eu estava com ela no colo quando teve a primeira convulsão. Com 3 anos, ela conseguiu andar, mas em decorrência da síndrome, em quatro meses ela perdeu tudo o que ela tinha conseguido em três anos”, disse Katiele durante a audiência. Após ter o conhecimento da substância, os pais de Anny chegaram a “traficar” a substância para medicar a filha. “O que ela perdeu nesse período, o canabidiol recuperou em nove semanas”, disse Katiele.

Durante a audiência,  pesquisadores defenderam a reclassificação do canabidiol por parte da Anvisa. Segundo eles, o uso medicinal da substância tem efeitos positivos relevantes em pacientes com autismo, esclerose múltipla, dores neuropáticas, câncer, epilepsia, mal de Parkinson e não causa efeitos psicoativos ou dependência. “Reclassificar o canabidiol, tirando da condição de substância proscrita, é imprescindível”, disse o professor da Universidade de Brasília (UnB), Renato Malcher, que disse que desde 1843 há registros do uso medicinal dacannabis em pacientes com crises convulsivas.

Segundo o professor e pesquisador da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Elisaldo Carlini, o efeito positivo do canabidiol é reconhecido há pelo menos 20 anos em países como Estados Unidos, Canadá e também no Reino Unido. Há mais de 50 anos ele acompanha pesquisas com canabinoides (substâncias extraídas da maconha). “Por que é tão difícil conseguir um medicamento que há 20 anos muitos países já estão utilizando, muitos laboratórios já estão produzindo?”, questionou o pesquisador, que foi duas vezes presidente da Anvisa. “Mesmo estando lá, a gente não conseguia fazer nada, dada a pressão que existia sobre isso”.

Ainda de acordo com Carlini, a proibição da utilização medicinal do canabidiol tem atrapalhado as pesquisas científicas no país. Há 40 anos, ele começou a estudar o uso da substância com doentes epiléticos adultos, mas as dificuldades em conseguir a liberação da substância afetaram sua pesquisa.

Para Carlini, caso não houvesse a proibição, as descobertas relatadas em outros países poderiam ter sido feitas no Brasil. “[Com este atraso,] nós estamos, como cientistas, atrás de saber se o cavalo tem rabo ou não”, reclamou. O presidente da Anvisa também reconheceu que a carência de pesquisas científicas interfere no uso do canabidiol  em diversos tipos de tratamento. “As pessoas não sabem a dosagem correta para dar e tem que ficar testando”, disse.

Por: Luciano Nascimento – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli
Fonte: Agência Brasil

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nov 14

CAMPANHA DE VACINAÇÃO

vacinacao-agostoA Campanha Nacional de Vacinação contra a poliomielite e sarampo começou no dia 8 e vai até 28 novembro de 2014. No próximo dia 22/11/14 (sábado) os CS 01 e CS 02 de Brazlândia estarão abertos de 8 às 17 horas para vacinação. Todas as crianças de 6 meses a menores de 5 anos de idade deverão ser levados aos CS para receber a vacina. O cartão vacinal é indispensável para a avaliação do profissional na unidade de saúde.

O Brasil realiza em 2014 a Campanha Nacional de Vacinação contra a Poliomielite tendo como objetivo manter elevada cobertura vacinal contra a doença de forma homogênea em todos os municípios, visando evitar a reintrodução do vírus selvagem da poliomielite no país, garantindo assim, a condição de país certificado internacionalmente para a erradicação da poliomielite. A utilização da vacina poliomielite oral favorece a proteção coletiva por meio da disseminação do vírus vacinal no meio ambiente.

Com relação a Campanha de Seguimento contra o Sarampo, esta estratégia tem como objetivo resgatar menores de cinco anos ainda não vacinados e atualizar atraso vacinal, visando garantir a manutenção do estado de eliminação do sarampo e rubéola no país.

A meta mínima a ser alcançada corresponde a 95% de cobertura vacinal em cada campanha.

Outras informações: Vigilância Epidemiológica de Brazlândia – 3391-4592

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nov 14

No Dia Mundial do Diabetes, médicos alertam sobre excesso de peso e sedentarismo

No Dia Mundial do Diabetes, médicos alertam sobre excesso de peso e sedentarismo Arquivo-Agência BrasilEspecialistas alertam no Dia Mundial do Diabetes, lembrado que o excesso de peso e o sedentarismo são as principais causas do diabetes tipo 2, que atinge 90% das pessoas com problemas em metabolizar a glicose. De acordo com a Federação Internacional do Diabetes, existem hoje 12 milhões de diabéticos no Brasil e 5 mil novos casos são diagnosticados por ano.

O vice-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, João Eduardo Salles, desfaz o mito de que só os doces contribuem para o diabetes. “Não é o fato de comer doce que leva ao diabetes, é sim o fato de engordar e ser sedentário, independentemente de comer doce. Se está engordando o risco de diabetes é maior”, ressaltou Salles, ao acrescentar que com a idade o risco aumenta. Quem tem muita gordura concentrada na barriga também deve ficar atento e fazer exames, pois este é outro fator de risco. Nesta sexta-feira, a entidade promove ações de conscientização em todo o país.

Segundo o especialista, o diabetes é uma das maiores causas de cegueira, de insuficiência renal, além de aumentar em até quatro vezes o risco de doenças cardiovasculares. “Quem se cuida não tem estas complicações”, frisou Salles.

Os alimentos são digeridos no intestino e parte deles se transforma em açúcar (glicose), que é enviada para o sangue para se transformar em energia. Só que para tranformar a glicose em energia, o organismo precisa de insulina, uma substancia produzida nas células do pâncreas. No diabético, a glicose não é bem aproveitada pelo organismo devido à falta ou insuficiência de insulina, o que causa o excesso de glicose no organismo, a hiperglicemia.

O diabetes tipo 1 ocorre quando o corpo não produz insulina, enquanto a do tipo 2 se dá nos casos em que há produção da insulina, mas em quantidade insuficiente ou quando ela não é processada pelo organismo de forma adequada.

Enquanto o diabetes é uma doença crônica sem cura, o pré-diabetes é um estágio anterior da doença em que ainda há como reverter o quadro. “[Isso] ocorre quando os níveis de açúcar no sangue já estão acima do considerado normal, mas a reversão do quadro ainda é possível, por meio de mudanças no estilo de vida, o que inclui adotar uma alimentação mais saudável, deixar de fumar e praticar exercícios físicos de forma regular”, explicou a gerente científica do Negócio Nutricional da Abbott, Patrícia Ruffo. Quem faz exames periódicos de glicemia pode constatar antes o pré-diabetes e se esforçar para reverter o caso e assim evitar a doença, que não tem cura.

Levantamento feito em parceria entre a Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD) e a Abbot, empresa de saúde global que conduz pesquisas e desenvolve produtos para a área, apontam que 45% da população não sabem que práticas como o controle de peso e exercícios regulares podem ser parte do controle tanto do pré-diabetes quanto do diabetes. “A falta de informação preocupa, já que o pré-diabetes é uma condição que permite a reversão do quadro a partir de medidas simples no cotidiano”, avaliou Patrícia.

Estudos da Associação Americana de Diabetes mostram que uma pessoa pode reduzir as chances de desenvolver o diabetes tipo 2 em 58% dos casos, ao perder 7% do seu peso corporal e fazer 30 minutos de atividades físicas diariamente. Enquanto isso, a pesquisa da SBD com a Abbott mostrou que a mudança de alimentação é o passo mais difícil de ser incorporado à rotina para 60% das pessoas entrevistadas, mas é também o mais importante para o controle da doença e do pré-diabetes, na opinião dos médicos.

Segundo João Eduardo Salles, o tratamento da doença é baseado em uma mudança de estilo de vida. “Perder peso, fazer exercício e comer adequadamente”, lista ele. Além disso, o uso correto e continuo dos medicamentos é essencial, quando necessários. “ A maioria das pessoa começa a tomar o remédio e para. Diabetes não tem cura, mas tem controle, mas as pessoas não podem deixar de tomar os medicamentos. Tem que tomar o medicamento a vida toda e ser acompanhado pelo médico a vida toda.”

Por: Aline Leal – Repórter da Agência Brasil Edição: Talita Cavalcante
Fonte: Agência Brasil

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nov 13

Anvisa autorizou 168 pacientes a importarem medicamento derivado da maconha

O diretor-presidente interino da Anvisa, Jaime César, participa de debate sobre o uso do canadibiol (princípio ativo da maconha) e seu enquadramento na legislação brasileira (Elza Fiúza/Agência Brasil)

“Não estamos discutindo o uso recreativo da maconha. Nem sequer a possibilidade de uso terapêutico da maconha”, disse o diretor-presidente interino da Anvisa, Jaime César Elza Fiúza/Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou 168 dos 208 pedidos de importação de medicamentos com canabidiolpara uso terapêutico que recebeu nos últimos meses. Segundo o diretor-presidente da agência, Jaime César de Moura Oliveira, sete das solicitações foram arquivadas; 17 estão sob análise e 16 estão à espera de que os interessados forneçam informações adicionais.

Os dados foram apresentados, hoje (12), durante reunião ordinária do Conselho Nacional de Políticas Sobre Drogas (Conad) em que foi discutido o uso terapêutico do canabidiol e seu enquadramento na legislação brasileira. Durante o debate, Oliveira lembrou que, desde maio deste ano, a Anvisa vem discutindo a eventual reclassificação do canabidiol para retirá-lo da lista das substâncias proscritas e incluí-lo relação de produtos de controle especial.

“Mas é preciso que fique claro que não estamos discutindo o uso recreativo da maconha. Nem sequer a possibilidade de uso terapêutico da maconha. O que está em análise é o potencial terapêutico e os riscos envolvidos no [uso] de um dos canabinoides encontrados nessa planta e o tipo de controle mais adequado conforme a legislação brasileira”, disse o diretor-presidente da Anvisa, lembrando que, mesmo sendo um derivado da maconha, não há evidências de que o canabidiol cause dependência ou efeitos alucinógenos ou psicóticos. Embora, segundo ele, faltem orientações técnicas para balizar a prescrição médica e não se conheça o eventual efeito do uso prolongado.

Oliveira mencionou estudos científicos que atestam o potencial terapêutico do canabidiol em tratamento anticonvulsivos e de doenças como Alzheimer, esquizofrenia, Parkinson, esclerose múltipla, entre outras e revelou que a Anvisa tem procurado estudar, em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), a reação de pacientes voluntários que já receberam autorização para importar o produto.

Apesar dos recentes avanços, com a concessão das primeiras autorizações, parentes de crianças com  doenças graves e pacientes que não responderam satisfatoriamente aos tratamentos convencionais e  optaram por recorrer ao canabidiol criticam a burocracia estatal que retarda a liberação da importação dos remédios.

O bancário Norberto Fischer, pai de paciente que faz uso medicinal do canadibiol princípio ativo da maconha (Elza Fiúza/Agência Brasil)

O bancário Norberto Fischer importa remédio com canabidiol para a filha e diz que a mudança foi “milagrosa”Elza Fiúza/Agência Brasil

“Obter a autorização é muito complicada”, diz o médico mastologista Leandro Ramirez da Silva, cujo filho, Benício, 6 anos, é portador da síndrome de Dravet, forma grave de epilepsia. Há cerca de seis meses convencido de que “a medicina tradicional jamais deu uma chance de recuperação ao filho”, o médico decidiu começar a importar a pasta do canabidiol que, misturada a óleo de gergelim e a iogurte, dá ao filho.

Além disso, há casos em que o paciente ou seus responsáveis legais tiveram que recorrer à Justiça. Caso dos pais de Anny de Bortoli Fischer, 6 anos. Portadora de uma grave e rara forma de epilepsia, a menina de Brasília foi a primeira a conquistar na Justiça uma liminar para usar e importar medicamentos derivados daCannabis sativa, nome científico da maconha. Durante a reunião do Conad, seu pai, o bancário Norberto Fischer lembrou que, ontem (11), completou-se um ano desde que Anny ingeriu a primeira dose de canabidiol.

“Até então, eu tinha como que uma boneca incapaz de fazer qualquer coisa. Ela só comia se colocássemos o alimento em sua boca e a ajudássemos a engolir. Foi uma mudança milagrosa. Ela hoje está quase voltando a andar e há oito meses ela não sofre uma crise convulsiva. Ela antes chegou a ter entre dez e 12 crises diárias fortíssimas”, comentou Fischer.

Alex Rodrigues – Repórter da Agência Brasil Edição: Fábio Massalli

nov 12

Conjuntivite: saiba quais são os sintomas e como prevenir

transferirConjuntivite é a inflamação da conjuntiva, membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular (o branco dos olhos) e o interior das pálpebras. Em geral, ataca os dois olhos, pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar sequelas. Ela pode ser aguda ou crônica, afetar um dos olhos ou os dois.

A conjuntivite pode ser causada por reações alérgicas a poluentes ou substâncias irritantes (poluição, fumaça, cloro de piscinas, produtos de limpeza ou de maquiagem, etc.). A mais comum delas é a conjuntivite primaveril, ou febre do feno, geralmente causada por pólen espalhado no ar. Também pode ser causada por vírus e bactérias. Nestes casos, ela é contagiosa e pode ser transmitida pelo contato direto com as mãos, com a secreção ou com objetos contaminados.

Sintomas:

• Olhos vermelhos e lacrimejantes;
• pálpebras inchadas;
• sensação de areia ou de ciscos nos olhos;
• secreção purulenta (conjuntivite bacteriana);
• secreção esbranquiçada (conjuntivite viral);
• coceira;
• fotofobia (dor ao olhar para a luz);
• visão borrada;
• pálpebras grudadas quando a pessoa acorda.

O tratamento da conjuntivite é determinado pelo agente causador da doença. Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos. Já, o tratamento da conjuntivite bacteriana inclui a indicação de colírios antibióticos, que devem ser prescritos por um médico, pois alguns colírios são altamente contra-indicados, porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro. Cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença. Qualquer que seja o caso, porém, é fundamental lavar os olhos e fazer compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico comprado em farmácias ou distribuído nos postos de saúde.

Prevenção:

• Evitar aglomerações ou frequentar piscinas de academias ou clubes;- lavar com freqüência o rosto e as mãos, uma vez que estes são veículos importantes para a transmissão de micro-organismos patogênicos;
• não coçar os olhos;
• usar toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos, ou lavar todos os dias as toalhas de tecido;
• trocar as fronhas dos travesseiros diariamente, enquanto perdurar a crise;
• não compartilhar o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
• não se automedique.

Fonte: EBC

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nov 07

Campanha de Vacinação contra a Pólio e o Sarampo começa neste sábado

abr080613dsc_7101A Campanha de Vacinação contra a Poliomielite e o Sarampo começa amanhã (8) em todo o país. A imunização segue até o dia 28 deste mês em todos os postos de saúde. No caso da poliomielite, também conhecida como paralisia infantil, devem ser vacinadas crianças de 6 meses a 5 anos incompletos. Na vacinação contra o sarampo, a faixa etária indicada é de 1 ano a 5 anos incompletos.

O Brasil é considerado livre da pólio desde 1990. Em 1994, recebeu da Organização Pan-americana de Saúde a certificação de área livre de circulação do vírus. A continuidade das campanhas de vacinação é considerada fundamental pelo Ministério da Saúde para evitar a reintrodução da doença no país.

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave. Na maioria dos casos, a criança, quando infectada, não morre, mas adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso e provocam paralisia irreversível, principalmente nos membros inferiores.

O sarampo é uma doença viral aguda grave e altamente contagiosa. Os sintomas mais comuns são febre alta, tosse, manchas vermelhas, coriza e conjuntivite. A transmissão ocorre de pessoa para pessoa, por meio de secreções expelidas ao tossir, falar ou respirar. A única forma de prevenção da doença é a vacinação.

Por: Paula Laboissière Editora: Graça Adjuto – Agência Brasil

Fonte: EBC

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out 31

Pólio e Sarampo: Vacinação nacional é antecipada

Crianças com imunização em dia deverão receber as doses de reforço

1414748501A campanha de vacinação contra paralisia infantil e sarampo será de 8 a 28 de novembro. A iniciativa do Ministério da Saúde era para ocorrer somente em 2016, mas casos no exterior fizeram com que fosse antecipada. …

“Como temos 150 mil (casos) no mundo, isso serve de alerta. O Brasil está se antecipando e fazendo a campanha de segmento para aumentar a nossa proteção”, afirmou o seceretário de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa. Segundo o Ministério, 10 países registraram casos de poliomielite em 2013 e, em 2014, 157 nações registraram 154.637 casos de sarampo.

As campanhas de segmento contra o sarampo, como é chamada esta de novembro, ocorreria de cinco em cinco anos, sendo que a última foi em 2011. Mais de 100 mil postos de saúde do país vacinarão crianças de 6 meses até 5 anos contra poliomielite, responsável pela paralisia infantil, entre 8 e 28 de novembro. No Distrito Federal, o objetivo é chegar a 160 mil crianças vacinadas — o ministério vai oferecer 192 mil doses para a capital.

A campanha de imunização foi divulgada ontem pelo Ministério da Saúde. No mesmo momento em que for vacinada contra a poliomielite, a criança também receberá a vacina tríplice viral, que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba. Ambas serão dadas como reforço, por isso, devem tomá-las as crianças que tiverem com a carteira de vacinação em dia. Serão distribuídas 17,8 milhões de doses da vacina oral, em gotinhas, contra pólio. Elas servem como reforço às doses anteriores que devem ser tomadas nos primeiros meses de vida. Já as crianças que tiverem com a imunização atrasada, deverão tomar a vacina inativada poliomielite, que é injetável. A vacina tríplice viral também é injetável.

A intenção é imunizar 95% do público alvo, o que corresponde a 12,5 mihões de crianças contra paralisia e 10,9 milhões contra sarampo. Para ajudar os pais a atualizarem a carteira de vacinação dos filhos, o Ministério da Saúde atualizou o aplicativo Vacinação em dia para smartphones e tablets. Nele, é possível acessar a carteira eletrônica, infomações sobre as vacinas e receber lembretes para tomar segundas doses.

A partir da semana que vem, a campanha começará a ser veiculada em rádio, televisão e mídia impressa. O Zé Gotinha, como ocorre nos últimos anos, será o personagem principal. Mas ele terá a companhia das personagens infantis atuais, como Peppa Pig e Minions, nas peças publicitárias.

Erradicação
O Brasil erradicou a polio há 25 anos. Já o sarampo também teve a transmissão interna erradicada em 2000, no entanto, há registro de “casos importados” no país. O maior número desses casos ocorreu entre 2013 e este ano, quando houve 224 notificações em Pernambuco e 451 no Ceará. Como ainda não há mais de um ano desde que se iniciou o registro das ocorrências, o país ainda não tem uma transmissão sustentada, segundo critérios internacionais.

Altamente contagiosa
A poliomielite, comumente chamada de paralisia infantil, é causada pelo poliovírus, altamente contagioso e que pode infectar crianças e adultos por via fecal-oral e causar paralisia. As características mais comuns nas formas não paralíticas são febre, mal-estar, dor de cabeça, de garganta e no corpo, vômitos, diarreia, constipação, espasmos, rigidez na nuca e meningite. Se for paralítica, a infecção chega às células dos neurônios motores. Então, além dos sintomas comuns, ocorre a flacidez muscular que afeta, geralmente, um dos membros inferiores.
Fonte: Correio Braziliense. Por JULIA CHAIB. Foto: Internet – 31/10/2014 – – 07:43:37

set 17

CFM normatiza atuação dos médicos em UPAs e prontos-socorros

CFM define regras para trabalho dos médicos nos prontos-socorros e UPAsArquivo - Agência BrasilO Conselho Federal de Medicina (CFM) publicou hoje (16) duas resoluções que normatizam o trabalho dos médicos em urgência e emergência de prontos-socorros em hospitais e de unidades de Pronto-Atendimento (UPAs). As resoluções 2.077 e 2.079, publicadas no Diário Oficial da União, passam para os gestores da saúde a responsabilidade sobre problemas como falta de leitos e demora no atendimento. Elas também estabelecem fluxos, limites, obrigações e responsabilidades de médicos que trabalham em urgência e emergência.

“É um sistema que está em constante caos, mas o caos tem uma ordem natural e as pessoas tentam atender o risco que está em maior intensidade, mas é preciso ter caminhos adequados e a resolução mostra esses caminhos. É preciso que haja, no mínimo, orientações normativas para o fluxo do atendimento nas urgências e emergências”, disse o vice-presidente do CFM, Carlos Vital.

Entre as determinações está o tempo mínimo em que uma pessoa precisa ser atendida nos prontos-socorros e nas UPAs. Segundo a resolução, o atendimento precisa ser imediato no serviço de triagem e classificação de risco e, após esse processo, o paciente de médio risco tem que ser atendido em, no máximo, duas horas.

Para o coordenador da Câmara Técnica de Urgência e Emergência do CFM, Mauro Ribeiro de Britto, a resolução protege o bom médico que trabalha em urgência e emergência. “Apesar de reforçar as atribuições e responsabilidades do plantonista, hoje o médico que trabalha em pronto-socorro no Brasil não tem a quem recorrer naquela situação de caos. Agora, ele pode recorrer ao coordenador técnico do pronto-socorro ou ao diretor técnico para que esses dois profissionais possam encaminhar as denúncias aos gestores e ao Conselho Regional de Medicina. A partir daí o gestor é responsável e essa responsabilidade deve ser cobrada pelo Ministério Público”, disse Ribeiro.

Segundo Britto, a resolução não pretende aumentar o número de denúncias nem confrontar os gestores. “A ideia é dar um rumo na discussão para a solução dos problemas de urgência e emergência no Brasil. É necessário que os governos implantem políticas públicas, para que a gente possa, a médio e a longo prazo, resolver esse difícil problema na assistência à saúde dos brasileiros”, disse o coordenador.

As resoluções também determinam o limite máximo de tempo de permanência dos pacientes nesses locais de atendimento, que deve ser 24 horas. Após esse prazo, a pessoa deverá ter alta, ser internado ou transferido. Também está especificado que o médico plantonista informe sobre a falta de vagas em UTI, sobre condições inadequadas de atendimento, superlotação e falta de especialistas no atendimento de retaguarda.

O profissional também deve acionar o coordenador-técnico do pronto-socorro ou o diretor técnico quando o serviço receber pacientes na condição de falta de vaga, um recurso para atendimento dos pacientes com risco de morte ou sofrimento mesmo sem vaga na unidade, mas que, segundo o CFM, é uma prática cotidiana.

Outro ponto do documento diz que todo paciente deve ser obrigatoriamente atendido por um médico, não podendo ser dispensado da unidade de atendimento por outro profissional. Assim como torna obrigatória a passagem de plantão médico pelo médico, para que o profissional que está assumindo tome conhecimento do quadro clínico dos pacientes.

Fonte: Agência Brasil

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set 16

Secretaria de Saúde acolhe 118 novos Jovens Candangos

Aprendizes serão distribuídos nas áreas administrativas

 

Foto Renato Araújo SES-DFUm grupo de 118 estudantes inscritos no programa do GDF “Jovens Candangos” foi recebido pela Secretaria de Saúde nessa segunda-feira (15). Os participantes, que serão distribuídos em várias unidades da rede para trabalhar, assistiram a uma palestra sobre direitos e deveres, realizada pela Gerência de Educação em Saúde da Pasta.

 

O jovem Bruno Alexandre Ita, de 15 anos, comemorou a chance de participar do Jovens Candangos. “Nos ajuda a ganhar experiência, é muito útil”, explicou. Sobre trabalhar na saúde, Bruno comentou que “é uma área em que é preciso ter muita responsabilidade”.

 

“Os estudantes só podem trabalhar no âmbito da administração, então serão alocados em regionais e hospitais, mas sempre na área administrativa”, lembrou a gerente de Educação, Claudia Gemaque Rebelo.

 

JOVENS CANDANGOS – O Jovens Candangos busca incluir estudantes no mercado de trabalho. Os aprendizes trabalham quatro horas por dia, nos turnos matutino ou vespertino, no horário contrário ao escolar. Ao todo, são 20 horas semanais, e o estudante pode permanecer por até dois anos no programa.

 

Para participar, o interessado deve ser estudante de escola pública ou bolsista, ter de 14 a 18 anos e pertencer a família com renda per capita de meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários-mínimos. Também deve estar inscrito no Cadastro Único dos Programas Sociais (Cadúnico).

 

Os selecionados recebem bolsa-auxílio equivalente a dois terços de um salário mínimo (R$ 482,66), auxílio-transporte, FGTS, auxílio-alimentação de R$ 220, 13° salário e certificado de conclusão de curso de gestão administrativa.

 

Para mais informações acesse aqui.

 

(A.S/J.S*)

Fonte: Agência Brasília

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set 04

A Vila São José em Brazlândia DF, recebe a 18ª edição da Ação Geral Ebenezer

18ª edição da Ação Geral Ebenezer espera até 10 mil pessoas em um único dia com serviços de saúde e lazer

AGE (283)A igreja Batista Ebenezer realizará neste sábado (6), a 18ª edição da Ação Geral Ebenezer (AGE), que envolve centenas de profissionais à disposição da população em um dia inteiro de serviços gratuitos e muita diversão para toda garotada. São médicos em diversas especialidades, dentistas, enfermeiros, cabeleireiros, professores, advogados, psicólogos, recreadores e artistas locais. O endereço para este ano será a Vila São José, em Brazlândia-DF.

Esta é a maior ação social cristã do Distrito Federal. Com este trabalho, a igreja Batista Ebenezer já atendeu cerca de 50 mil pessoas ao longo de 17 edições. Por ano, cerca de oito mil pessoas passam pelo evento durante todo o dia. Quem passar pela AGE, poderá utilizar os serviços de corte de cabelo, exames de glicemia, aferição de pressão arterial, consultas médicas, atendimento odontológico, consultoria jurídica, defesa do consumidor, atendimento estético, psicológico, dentre outros. Além dos atendimentos, no local será promovido um grande bazar, que oferece à comunidade a oportunidade de comprar diversos produtos a preços simbólicos, a partir de R$ 0,50. A ação será realizada, de 9h às 16h, na Escola Classe 6, localizada na Rua IV-A, Quadra 38, Área Especial 1.

AGE (185)O evento faz parte de um conjunto de atividades assistenciais desenvolvidas pela igreja para promover cuidados com a saúde, lazer e a convivência familiar e comunitária dos moradores da região. “Promover um evento social como este consolida e coloca em prática uma palavra que Deus nos ordenou, que é dividir o pão e ajudar ao próximo. O Bairro São José é uma região que necessita de apoio, não só da igreja, mas também do poder público. A Ação Geral Ebenezer faz com que várias famílias tenham algumas necessidades supridas, possibilita a disseminação da palavra de Deus e aproxima ainda mais o governo da população, uma vez que alguns órgãos nos apoiam neste evento”, afirma Jeová de Aquino, presidente do Ministério Ebenezer.  “Apesar da época eleitoral, o evento não tem qualquer conotação política”, acrescenta o pastor Alex dos Santos.

As edições anteriores foram realizadas em várias localidades do DF e entorno como Recanto das Emas, P Sul, Setor O, P Norte, Cidade Estrutural, Gama, Santa Maria, Samambaia, Riacho Fundo I, Valparaíso e Padre Bernardo. A ação já chegou até o Tocantins: uma das edições foi realizada em Palmas.

Atrações do evento

AGE (253)Cerca de 600 colaboradores trabalharão no evento, que está dividido por núcleos. As salas de aula da escola classe darão lugar a consultórios médicos, odontológicos, escritórios para consultoria jurídica e para todos os serviços oferecidos. Além disso, serão montadas tendas onde cada empresa parceira realizará os atendimentos. Os atendimentos ocorrerão por ordem de chegada, respeitando a lei de acessibilidade e de prioridade de atendimento. Para a criançada, haverá uma grande área de lazer com pula-pula, piscina de bolinhas, cama elástica, pintura de rosto e muita pipoca e algodão doce.

No palco central, serão realizadas as atividades culturais com grupos de teatro, dança de rua, bandas locais e moda de viola. Um dos destaques é o violeiro Wellington Assis, formado pela Escola de Música de Brasília e presença nos melhores palcos da cidade, sempre ao lado de grandes nomes da música caipira de raiz.

Haverá, ainda, torneio de futebol com times amadores de diversas regiões administrativas, que começa a partir das 10h e com previsão de premiação para às 15h. As equipes são de Setor “O”, Águas Lindas, Brazlândia, Guará, Ceilândia, “P” Sul, ente outras regiões.

Parceiros

AGE (196)A ação conta com a parceria de diversas entidades que têm percebido a importância e a necessidade de ações social como o AGE, bem como a organização, eficiência e seriedade do trabalho. Este ano os parceiros são:

Senac; Hemocentro; OAB-DF; UDF; Instituto Sabin; Instituto Embeleze; Polícia Militar; Drogasil; Hospital dos Olhos de Brasília;  Procom; Zoonoses; Faculdade Mauá; Detran; UNIP; Café Três Corações; Clínica Cottas.

 

Serviço

18ª Ação Geral Ebenézer – AGE

Local: Escola Classe 06 – Rua IV-A, Quadra 38, Área Especial 1 – Vila São José/ Brazlândia-DF

Data: 6/9/2014

Horário: 9h às 17h

Mais informações: 

Sônia Medeiros – (61) 8193-1197

E-mail: jor.soniamedeiros@gmail.com

Leonardo Silva – (61) 9923-5890 ou 8181-7269

E-mail: leonardb.silva@gmail.com

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set 01

HPV: meninas de 11 a 13 anos devem receber segunda dose da vacina

Segunda dose da vacina é essencial para garantir a proteção contra o HPVMarcelo Camargo/Agência Brasil

Segunda dose da vacina é essencial para garantir a proteção contra o HPVMarcelo Camargo/Agência Brasil

Meninas de 11 a 13 anos que já receberam a primeira dose da vacina contra o papiloma vírus humano (HPV) devem receber, a partir de hoje (1º), a segunda dose. A imunização será feita em escolas públicas e particulares e também em unidades de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, mais de 4,3 milhões de meninas nessa faixa etária já receberam a primeira dose em março deste ano. A segunda é essencial para garantir a proteção contra o HPV.

A vacina protege contra quatro subtipos do HPV (6, 11, 16 e 18). Os subtipos 16 e 18 são responsáveis por 70% dos casos de câncer de colo de útero, enquanto os subtipos 6 e 11 respondem por 90% das verrugas anogenitais.

Meninas que ainda não tomaram a primeira dose também podem procurar os postos de saúde. Para receber a segunda, basta apresentar o cartão de vacinação ou documento de identificação. A terceira dose será aplicada cinco anos após a primeira.

Em 2015, a vacina será oferecida para meninas de 9 a 11 anos e, em 2016, para meninas de 9 anos. O ministério reforçou a importância do uso do preservativo como proteção contra as demais doenças sexualmente transmissíveis e da realização do exame conhecido como papanicolau em mulheres a partir dos 25 anos.

O HPV é um vírus transmitido pelo contato direto com a pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Ele também pode ser transmitido da mãe para o filho no momento do parto. Estimativas da Organização Mundial da Saúde indicam que 290 milhões de mulheres em todo o mundo estão infectadas, sendo 32% delas pelos subtipos 16 e 18.

Em relação ao câncer de colo de útero, estudos apontam que 270 mil mulheres no mundo vivem com a doença. No Brasil, o Instituto Nacional do Câncer estima o surgimento de 15 mil novos casos este ano.

Fonte: Agência Brasil

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ago 21

Trabalhadores rurais de Brazlândia participam de palestra sobre intoxicação

Médica toxicologista apresentou alterações na saúde do trabalhador devido à exposição ao agrotóxico

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Foto: Divulgação

Cerca de 100 trabalhadores rurais de Brazlândia e entidades de classe participaram nesta quinta-feira (21) de palestra educativa e de sensibilização quanto ao uso do agrotóxico. O evento, do qual o Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest) também participou, foi realizado pelo Grupo de Trabalho Interinstitucional (Getrin 10), às 14h30, na administração regional da cidade.

De 2009 a 2014, o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan) registrou 154 casos de intoxicação em trabalhadores rurais no DF. Segundo o médico do trabalho, responsável pelo Núcleo do Agravo Químico da Cerest, José Aldo, neste ano, o Núcleo do Agravo Químico da Cerest já avaliou 170 pessoas em Brazlândia para medir o nível de agrotóxico. Os resultados serão entregues na próxima semana.

No encontro em Brazlândia, a médica Toxicologista da Cerest, Andrea Amoras Magalhães, apresentou a realidade do trabalho rural e as alterações na saúde do trabalhador devido à exposição ao agrotóxico. “Falamos sobre as doenças neurológicas, psiquiátricas, dermatológicas e outras decorrentes da exposição. Educamos o trabalhador na utilização dos produtos e, também, as técnicas de proteção, pois 60% dos casos que atendemos têm algum agravo por intoxicação”, disse.

AÇÕES REGIONAIS – O Getrin 10 é um grupo composto por instituições públicas e privadas com o objetivo de unir esforços para desenvolver ações regionais no âmbito do trabalhador do Distrito Federal. “Este é o primeiro encontro nessa região com palestra educativa para o cumprimento da meta nº 5 do Getrin. De Brazlândia vamos percorrer todo o DF”, declarou José Aldo Gomes.

A meta nº 5 tem a finalidade de fomentar atos do Poder Executivo para inclusão de requisitos de segurança e saúde no trabalho em editais de licitação e contratos administrativos. Neste ano, o foco está no trabalhador rural.

“Nós da Cerest já integramos o Getrin 10, juntamente com a Vigilância à População Exposta a Agrotóxico. Neste ano o foco é o agricultor, mas nosso trabalho também é voltado para o frentista, o pintor de automóvel e qualquer outro profissional que tenha substâncias tóxicas inseridas nas suas atividades”, afirmou Gomes.

Fonte: Agência Brasília

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