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Sobradinho – DF

História da Cidade

Estádio Augustinho Lima

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O advento da implantação de Brasília no Planalto Central encontrou o homem brasileiro atuando na região há mais de um século.

Comprovam esse fato os registros históricos, o testamento dos descendentes das famílias proprietárias das terras e os dados registrados no Cartório de Títulos e Documentos da atual Cidade de Brasilinha, nova sede do Município de Planaltina de Goiás. Entre os antigos documentos do referido município, às folhas 108 dos Autos do Processo Judicial da FAZENDA SOBRADINHO, encontra-se o nome de “Ribeirão Sobradinho”, dado a uma daquelas grandes áreas.

Para melhor documentação histórica, transcrevemos, adiante, o Traslado do Registro das terras:

No livro de lançamento do Registros de Terras possuído no Município da Vila de Santa Luzia, às folhas 106, consta o registro de n. 238 com o seguinte teor: “Declaração que faz JOAQUIM GOMES RABELLO, de uma terras que possui no Município da Vila da Santa Luzia para serem registradas conforme o Regulamento de 30/01/1854. O abaixo-assinado possui um sítio no lugar denominado Sobradinho, distante da Vila treze léguas, cujo sítio e terras a teve por compra que fez a D. CONSTANTINA CLERISSANTA DE MENDONCA, em data de 07 de janeiro de 1853, e segunda ROMANA ALVES PEDROSA, em data de 10 de agosto de 1854, tendo ambas títulos cisados na forma da lei, demarcando-se pela parte do nascente com terras dos herdeiros do finado FILADELPHO CAMELLO DE MENDONCA, pelo poente com VERISSIMO JOSE DA SILVA, pelo norte com os mesmos herdeiros de FILADELPHO e pelo sul com os preditos herdeiros, tendo extensão, de nascente a poente, 02 léguas e, de norte a sul, uma légua do sítio da lagoa. (Em, 15/09/1858)”.

Situação

O imóvel denominado “Sobradinho”, situado no Município de Vila Planaltina, Comarca de Formosa, Estado de Goiás, dista quatro léguas da Cidade de Formosa.

No local, existe um marco, feito em madeira de lei (ipê) e lavrado em quatro faces, terminado em forma piramidal, com 1,60 metros de comprimento. Está cravado no divisa com a Fazenda Sobradinho Moji, próximo a uma porteira antiga, ficando enterrado 75 cm e tendo suas faces voltadas para os pontos cardeais.

Divisão da Fazenda Sobradinho

Com o falecimento de D. SALVINA FERNANDES DA SILVA, no dia 07 de abril de 1906, a fazenda foi dividida em duas partes: uma comprada por VALERIANA RODRIGUES DE CASTRO, e a outra, herdada por MARIA ANTONIA GOMES E SEBASTIANA GOMES RABELO, ambas filhas da inventariante.

A avaliação das terras da fazenda Sobradinho, em 20 de outubro de 1924, na Vila Planaltina era: 150,00 (cento e cinqüenta mil réis).

A Bandeira de Sobradinho

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O AUTOR

A idéia do jovem Ludwing Gustav, era retratar de forma simples o que vinha a sua cabeça quando lembrava da cidade. Segundo o artista plástico Thomas Tillmann, pai do autor, o filho dizia enquanto criava a bandeira que a faixa amarela mostrava a subida do Colorado e que o verde vinha das matas que envolviam o percurso. O azul era facilmente visto na parte de cima da paisagem, pois o céu da capital tem uma tonalidade notável. “Ele era inocente e muito criativo, gostava de observar tudo detalhadamente. Quando me contou que ia participar do concurso, já estava com toda a idéia na cabeça”, conta o pai

Ludwing Gustav tem hoje 22 anos. É descendente de alemães e atualmente está na Alemanha estudando línguas. Foi para a terra do pai há quase três anos. Estudou música desde pequeno e é apaixonado pelas cifras e melodias extraídas dos instrumentos musicais. Toca piano, flauta e violão clássico, mas sua grande paixão é o violino. Antes de embarcar para a Alemanha fazia apresentações musicais na cidade. Os pais, Thomas e Maria Dolores, ainda moram em Sobradinho, na quadra 9. Em 1988, o garoto participou de todas as solenidades de apresentação da nova bandeira. A imprensa se rendeu a descontração e ao carisma do menino, que vai escrever definitivamente seu nome na história da cidade assim que a nova bandeira for oficializada MEMORIAL DESCRITIVO “BANDEIRA”

O VERDE aliado à natureza, é capaz de nos transmitir tranqüilidade e paz interior.

O AMARELO é fonte de energia luminosa.

O AZUL representando o firmamento, nos estimula a reflexões profundas.

A DIAGONAL transmite idéia de movimento, típico da topografia da Cidade Serrana

 

 

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