FATIGADA, DILMA COMEÇA A MOSTRAR SINAIS QUE A PRÉ-CAMPANHA TEM SIDO TORTURANTE

dilma gripadaA presidente Dilma parece fatigada e hoje não foi a Natal para a inauguração do aeroporto de São Gonçalo do Amarante.
A campanha é dura, não dá trégua e a pré-candidata tem viajado pelo país intensivamente,mais do que seus médicos aconselham, menos do que necessita para voltar a ter as intenções de votos de junho do ano passado, antes das manifestações de rua.

Nesse ínterim, ela se desgasta com as viagens, longas e curtas. Da última quinta-feira até ontem,viajou quase em parar. É um alto risco para quem teve a saúde comprometida. Será uma aventura de risco razoável submeter-se às mudanças orgânicas ditadas pelas milhas de atitude, sofrendo os processos de quedas de pressurização.
Depois há a estafa e sua consequência direta, o estresse. A idade de Dilma se não avançada não lhe permite participar de uma verdadeira gincana aérea, enfrentando climas diferentes,sempre numa extenuante rotina contra o relógio.
Hoje deu-se o luxo de cancelar sua ida a Natal para inauguração de um aeroporto concedido à iniciativa privada, mas na campanha que se avizinha logo após a Copa não poderá deixar de ir a tal ou qual localidade pois representará perda de votos.
Estará condenada a cruzar o Brasil de Norte a Sul, revisitando todos os colégio eleitorais.l ao desembarcar não irá para um confortável hotel para relaxar,mas subirá a um palanque para passar horas em pé e depois pronunciar o discurso final em que deverá obrigatoriamente empolgar a multidão.
Nos intervalos, gravará os programas eleitorais sempre com rosto descansado e juvenil. Sorrir sempre – determinam-lhe os marqueteiros.
Ainda terá que tomar parte em debates tensos com os adversários em pelo menos 4 grandes canais de TV nacionais.
E ainda entrevistas em grandes canais de TV, entrevistas isoladas e coletivas. Ufa! Isto tudo apenas para o primeiro turno. No segundo, a tensão piora e os batimentos cardíacos extrapolam.
Para uma senhora de 66 anos, com ficha médica que aponta uma mazela grave em passado recente, isto é no mínimo torturante. Mas a democracia exige.

Fonte: Carta Polis

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