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ago 05

Liberação das faixas da Elmo Serejo traz fluidez ao trânsito

Motoristas afirmam que nesta segunda-feira (4) conseguiram economizar até 20 minutos no trajeto realizado diariamente na avenida

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Foto: Hmenon Oliveira

Os motoristas que trafegam diariamente pela Avenida Elmo Serejo, sentido Ceilândia-Brasília, comemoram a liberação de todas as faixas após longo período interditadas. Nesta segunda-feira (4), primeiro dia útil após a novidade, eles desfrutaram da fluidez apesar do movimento intenso.

O técnico de manutenção Carlos Alberto Dourado, 51 anos, economizou cerca de 20 minutos no trajeto que faz normalmente até o Plano Piloto. “Sempre passo de coletivo e de carro por aqui. Depois que liberou ficou bem melhor. Como sou autônomo, agora posso sair para meus compromissos com menos antecedência”, ressaltou.

A mesma alegria foi compartilhada pelo comerciante Márcio Luiz Muraroto, 58 anos, que passa frequentemente pela avenida. “A obra demorou um pouco, mas o resultado foi satisfatório. É visível que o trânsito está muito melhor. Agora está fluindo. Antes, ele ficava a maior parte do tempo preso”, destacou.

De acordo com a Novacap, para que a intervenção seja completamente concluída, os taludes (barrancos) laterais ainda receberão reforços de concreto para evitar erosões, sem necessidade de intervenções no trânsito. “Com a ponte, teremos uma pista mais segura e livre de acidentes provocados pela erosão”, afirmou o presidente da Novacap, Nilson Martorelli.

As obras no local foram iniciadas em março deste ano após o desmoronamento ocorrido em 25 de novembro de 2013, causado pelas fortes chuvas. O incidente levou à interdição das três faixas da pista para impedir acidentes e também para possibilitar avaliações técnicas sobre as causas e a extensão dos danos.

Uma ponte foi construída no local para resolver o problema de forma mais eficaz. Com investimentos de R$ 5,6 milhões, a estrutura conta com 40 metros por 15 metros. As águas do Córrego do Cortado, que antes passavam sob a avenida através de tubulações (tunelliners), agora escoam livremente por debaixo da ponte recém-construída.

(K.I./C.C*)

Fonte: Agência Brasília

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