Violência

Conheça os dados da violência

contra o idoso no DF

 

A Central do Idoso divulgou, em junho, o “Mapa da Violência Contra a Pessoa Idosa no Distrito Federal”. A publicação é resultado do esforço conjunto das três instituições que integram a Central: Ministério Público do DF e Territórios (MPDFT), Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT) e Defensoria Pública (DPDF). O evento de divulgação do Mapa contou com autoridades do Ministério Público, do Judiciário e do Governo. A vice-procuradora-geral de Justiça, Zenaide Souto Martins, representou o MPDFT.
Segundo dados do Mapa, Ceilândia, Brasília e Taguatinga lideram o ranking das agressões contra a pessoa idosa. Quem mais sofre com esse tipo de violência são as mulheres, na faixa dos 60 a 69 anos. Os filhos são os maiores agressores e 80% das ocorrências acontecem dentro de casa.
Quanto à tipologia da violência, os dados mostram que a psicológica prevalece sobre a negligência e em relação às violências financeira e física. “Essa violência silenciosa explica o aumento dos casos de depressão entre os idosos”, observa a defensora pública Paula Regina de Oliveira Ribeiro, uma das coordenadoras da Central Judicial do Idoso.
A promotora de Justiça Sandra Julião, que também atua na coordenação da Central, destacou que “o material é inédito no DF e possibilitará que a rede de atendimento à pessoa idosa já existente ajuste a sua atuação à realidade atual. Incrível é que, para a implementação de qualquer política pública, é necessário conhecer os problemas da área que se pretende atingir, e no Distrito Federal, mesmo com a existência de uma Secretaria do Idoso, nenhum estudo como esse tinha sido realizado.” No evento, ela apresentou à plateia a revista Reviva, uma publicação da Promotoria de Justiça da Pessoa Idosa e da Pessoa com Deficiência (Prodide) em prol da dignidade e da cidadania ativa.
Clique aqui e acesse a íntegra da publicação “Mapa da Violência Contra a Pessoa Idosa no Distrito Federal”.

Fonte: MPDFT

2 Comments

  • Hoje com 61 anos,devido não ter conseguido lidar com 5 cânceres consecutivos.
    Fui encaminhada ao CAPS-CRIAA-UFF por ser o mais proximo de minha residência, onde cuidam de dependentes quimicos e obter acompanhamento psicologico e psiquiatrico por não querer mais viver.
    Moral da história,o psicologo que estava cuidando de mim,quando eu lhe avisei que ia começar as minhas seções de quimioterapia,ele simplesmente me pediu R$7.500.00 emprestado
    para que pudesse retirar do DETRAM seu carro que iria para leilão por estar com 12 multas e desde 2007 sem pagar IPVA.O mesmo fora apreendido em uma blitz.
    Eu emprestei,quando minha familia soube foi um deus nos acuda.
    Se não fosse por eles,eu jamais teria minhas economias de volta.Em momento algum as pessoa que trabalham no lugar vieram em minha devesa sabendo que eu fora direspeitada como idosa e protegeram a todo custo a falta de ètica do tal profissional.Profissionais deste porte não deveriam mais fazer uso do seu CRP.
    Porque fiquei impotente,fragil e comedo de não ter continuidade em meu tratamento.

    • k7Brasil disse:

      Neste caso, e em todos os que de alguma forma posa vir a faltar com o respeito com a pessoa idosa, recomenta-se que procure o MDDFT, na Central Judicial do Idoso, que estará sempre a disposição para tomar providencias judiciais e resolver estas questões.

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